A cabeça do Dono está cortada, a do Sushi também, toda a imagem está desfocada... but who cares? A expressão de felicidade da Danoninha em cima do seu "pónei" fala por si!
Uma cadela hiperactiva, um cão traumatizado, um Dono relaxado, uma Dona babada... e agora uma Danoninha sanguessuga. Enfim, uma família de doidos!
03/10/11
Smile, you're in candid camera!
A cabeça do Dono está cortada, a do Sushi também, toda a imagem está desfocada... but who cares? A expressão de felicidade da Danoninha em cima do seu "pónei" fala por si!
30/09/11
Carpe diem
São raras as oportunidades de irmos passar um fim de semana fora.
É preciso que haja disponibilidade e dinheiro.
É preciso que seja um sítio que dê para levar os cães. É preciso que nesse sítio não haja outros cães nem muros que o Sushi possa saltar para ir atacar outros cães.
É preciso que seja um sítio adequado para a Danoninha. Sem fumo de tabaco, sem ar condicionado, sem frio/calor, sem melgas, sem muita gente e muita confusão, com espaço para as tralhas dela, com micro-ondas e frigorífico...
É preciso que, caso mais alguém vá connosco, se trate de alguém que não se importe de aturar uma bebé a chorar de noite, a impestar o caixote de lixo com fraldas sujas, a ter de comer a horas certas, a ter de dormir sestinhas em sossego.
E que essa pessoa ou pessoas também não se importem de levar com dois cães abrutalhados, que largam pêlo, querem comer tudo, dão beijinhos a toda a hora independentemente de terem ou não mau hálito, que às vezes ladram e acordam a já referida bebé que depois chora...
E depois há o factor Dona e Dono. Eu fico insuportável quando estou com fome. O Dono é viciado em coca-cola. Eu sou um bocado control-freak (não se nota muito, mas sou). O Dono fuma. Eu rio-me alto. O Dono não gosta de jogos de tabuleiro. E gostamos de dormir até tarde. E não gostamos muito de ir à praia. Enfim, nem toda a gente nos atura.
A nossa família não é silenciosa. A nossa família é uma confusão. E ou gostam ou não gostam.
Mas quando surge uma oportunidade que reúne todos os requisitos acima mencionados, nós aproveitamos.
Portanto, depois de preparar a nossa mala, a dos cães, a da bebé, a saca de ração, a comida da bebé, as fraldas da bebé, a máquina fotográfica, a cama de viagem da bebé e mais alguns milhares de coisas que entretanto me lembre... lá vamos nós! IUPI!
É preciso que haja disponibilidade e dinheiro.
É preciso que seja um sítio que dê para levar os cães. É preciso que nesse sítio não haja outros cães nem muros que o Sushi possa saltar para ir atacar outros cães.
É preciso que seja um sítio adequado para a Danoninha. Sem fumo de tabaco, sem ar condicionado, sem frio/calor, sem melgas, sem muita gente e muita confusão, com espaço para as tralhas dela, com micro-ondas e frigorífico...
É preciso que, caso mais alguém vá connosco, se trate de alguém que não se importe de aturar uma bebé a chorar de noite, a impestar o caixote de lixo com fraldas sujas, a ter de comer a horas certas, a ter de dormir sestinhas em sossego.
E que essa pessoa ou pessoas também não se importem de levar com dois cães abrutalhados, que largam pêlo, querem comer tudo, dão beijinhos a toda a hora independentemente de terem ou não mau hálito, que às vezes ladram e acordam a já referida bebé que depois chora...
E depois há o factor Dona e Dono. Eu fico insuportável quando estou com fome. O Dono é viciado em coca-cola. Eu sou um bocado control-freak (não se nota muito, mas sou). O Dono fuma. Eu rio-me alto. O Dono não gosta de jogos de tabuleiro. E gostamos de dormir até tarde. E não gostamos muito de ir à praia. Enfim, nem toda a gente nos atura.
A nossa família não é silenciosa. A nossa família é uma confusão. E ou gostam ou não gostam.
Mas quando surge uma oportunidade que reúne todos os requisitos acima mencionados, nós aproveitamos.
Portanto, depois de preparar a nossa mala, a dos cães, a da bebé, a saca de ração, a comida da bebé, as fraldas da bebé, a máquina fotográfica, a cama de viagem da bebé e mais alguns milhares de coisas que entretanto me lembre... lá vamos nós! IUPI!
27/09/11
Frase do dia
Dona - A lata de leite da Danoninha já não tem suficiente para uma refeição.
Dono - Então mistura esse restinho com a próxima lata.
Dona - Não posso, esta nova lata é diferente.
Dono - Olha lá, quando mudamos a ração dos cães também não fazemos mistura para eles se adaptarem aos poucos? Então, é a mesma coisa!
Contra factos não há argumentos.
Dono - Então mistura esse restinho com a próxima lata.
Dona - Não posso, esta nova lata é diferente.
Dono - Olha lá, quando mudamos a ração dos cães também não fazemos mistura para eles se adaptarem aos poucos? Então, é a mesma coisa!
Contra factos não há argumentos.
23/09/11
Pré-lavagem
Os monstrengos sempre gostaram de fazer uma pré-lavagem à loiça quando estou a pô-la na máquina de lavar.
Agora pelos vistos preferem lamber a Danoninha antes de ela ir para o banho.
E depois lá ando eu de compressas molhadas na mão a limpar-lhe as mãozinhas antes que ela as leve à boca.
Agora pelos vistos preferem lamber a Danoninha antes de ela ir para o banho.
E depois lá ando eu de compressas molhadas na mão a limpar-lhe as mãozinhas antes que ela as leve à boca.
22/09/11
Frase (com imagem) do dia
17/09/11
Só para contar como foi...
Namorámos e divertimo-nos, mas passámos grande parte do tempo a ver fotos e vídeos no telemóvel... adivinhem... a matar as saudades da Danoninha e dos monstrengos!!! Ai que melosos que nós somos...
E soubemos depois que para minha grande vergonha a Emma se portou mal e havia presente na cozinha quando o padrinho da Danoninha cá veio passeá-los. O coitado esteve a limpar tudo (um amor este nosso compadre) e depois por azar quando foi encher o bebedouro deles entornou a água toda e lá teve ele agarrado à esfregona outra vez. Acho que ficaram BFF's hehehe
Enfim, foi uma óptima escapadela, mas não há nada como a nossa casa, a nossa cama e os nossos 3 amores!
PS - A melhor surpresa: no hotel onde ficámos pode-se levar animais :) Para a próxima já sabemos!
E soubemos depois que para minha grande vergonha a Emma se portou mal e havia presente na cozinha quando o padrinho da Danoninha cá veio passeá-los. O coitado esteve a limpar tudo (um amor este nosso compadre) e depois por azar quando foi encher o bebedouro deles entornou a água toda e lá teve ele agarrado à esfregona outra vez. Acho que ficaram BFF's hehehe
Enfim, foi uma óptima escapadela, mas não há nada como a nossa casa, a nossa cama e os nossos 3 amores!
PS - A melhor surpresa: no hotel onde ficámos pode-se levar animais :) Para a próxima já sabemos!
16/09/11
Schiuuu! Não digam a ninguém!
Mas eu e o Dono vamos celebrar o nosso 5.º aniversário de casamento numa noite romântica só para os dois. Com direito a jantar num restaurante supimpa e a massagem de 50 minutos no hotel, etc e tal. ROAM-SE :)
A Danoninha fica com a avó (com quem passa o dia e a quem está super habituada).
Os monstrengos ficam a cargo do padrinho da Danoninha.
E nós vamos namorar que bem merecemos! (mas que vai custar estar longe deles os 3, lá isso vai!)
A Danoninha fica com a avó (com quem passa o dia e a quem está super habituada).
Os monstrengos ficam a cargo do padrinho da Danoninha.
E nós vamos namorar que bem merecemos! (mas que vai custar estar longe deles os 3, lá isso vai!)
13/09/11
Grrrr
Agora que os dentinhos estão a começar a querer romper, a Danoninha morde mais do que alguma vez os monstrengos morderam. Afinfa-lhe bem o dente, filha! (nas outras pessoas, não em mim, está bem?)
10/09/11
Vou acabar por ficar com a mania da perseguição
Uma semana inteira com temperaturas acima dos 30ºC e tinha de chover precisamente quando eu decido lavar as toalhas dos cães? E, para a ironia ser completa, começou a chover pouco depois de as pendurar no estendal!
Teria piada se não fosse tão irritante. Agora limpo as patas dos cães a quê, digam-me lá? É que são muitas patas! Ao final do dia são 24 patas!
Não é justo...
Teria piada se não fosse tão irritante. Agora limpo as patas dos cães a quê, digam-me lá? É que são muitas patas! Ao final do dia são 24 patas!
Não é justo...
09/09/11
Reforço positivo
Num dos vários livros de puericultura que li (não esqueçamos que ler é a minha profissão) falavam sobre a importância do elogio à criança mas também sobre como não devemos banalizá-lo, porque às tantas não só ela fica muito insegura e constantemente dependente da nossa aprovação, como o próprio elogio perde o seu significado original e torna-se apenas uma resposta automática. Além disso, deve ser proporcional à idade da criança e à dificuldade envolvida naquilo que motiva o nosso elogio. Não faz sentido elogiar uma criança de 3 anos sempre que ela agarra um objecto, por exemplo, mas para um bebé de 3 meses isso é um grande feito.
Tudo isto faz muito sentido mas ontem a Danoninha fez uma coisa que me deixou tão contente (uma coisa tão básica como ficar sossegada no carrinho dela enquanto eu lavava as mãos porque tínhamos chegado da rua) que só me apeteceu... dar-lhe um biscoito.
Riam-se à vontade. Mas fiquem descansados. Eu sei perfeitamente que dar recompensas à minha filha NÃO é a forma como a quero educar. Não me ocorre nenhum ponto em comum entre a educação dos monstrengos e da Danoninha, a não ser a coerência, o mimo e os cuidados com a alimentação e a saúde e o respeito pelas rotinas (por "respeito" entenda-se nós é que nos lixamos para que eles os 3 tenham as suas rotinas o menos alteradas possível).
Acontece apenas que naquela altura um elogio não me pareceu o suficiente. E como não dá propriamente para lhe dar um biscoito, que era o que eu estava habituada a fazer antigamente, dei por mim a pensar qual seria então a reacção mais adequada da minha parte. Fiquei-me pelos elogios, OBVIAMENTE, mas caprichei nos agudos e nos diminutivos e nas caretas. Devo ter feito uma bela figura...
Tudo isto faz muito sentido mas ontem a Danoninha fez uma coisa que me deixou tão contente (uma coisa tão básica como ficar sossegada no carrinho dela enquanto eu lavava as mãos porque tínhamos chegado da rua) que só me apeteceu... dar-lhe um biscoito.
Riam-se à vontade. Mas fiquem descansados. Eu sei perfeitamente que dar recompensas à minha filha NÃO é a forma como a quero educar. Não me ocorre nenhum ponto em comum entre a educação dos monstrengos e da Danoninha, a não ser a coerência, o mimo e os cuidados com a alimentação e a saúde e o respeito pelas rotinas (por "respeito" entenda-se nós é que nos lixamos para que eles os 3 tenham as suas rotinas o menos alteradas possível).
Acontece apenas que naquela altura um elogio não me pareceu o suficiente. E como não dá propriamente para lhe dar um biscoito, que era o que eu estava habituada a fazer antigamente, dei por mim a pensar qual seria então a reacção mais adequada da minha parte. Fiquei-me pelos elogios, OBVIAMENTE, mas caprichei nos agudos e nos diminutivos e nas caretas. Devo ter feito uma bela figura...
08/09/11
Comparações politicamente incorretas
Conheço quem cozinhe de propósito um peitinho de frango, sem gordura, sem sal, etc e tal, para delírio do seu canídeo.
Pois hoje eu dei por mim a cozer um bife de peru, sem gordura, sem sal, etc e tal, para pôr na sopa da Danoninha.
E que se lixe quem não gosta que eu compare a minha filha aos meus cães!
Pois hoje eu dei por mim a cozer um bife de peru, sem gordura, sem sal, etc e tal, para pôr na sopa da Danoninha.
E que se lixe quem não gosta que eu compare a minha filha aos meus cães!
29/08/11
E hoje para o jantar temos...
Feijoada.
Não é um trocadilho, hoje o jantar cá em casa foi mesmo feijoada. (Dono do meu coração, se estás a ler isto - duvido - pára por aqui.) Enquanto o Dono via o jogo do Benfica com a Danoninha, eu e o Sushi partilhámos umas rodelinhas de chouriço... É verdade. Hoje o meu cão (a)provou o jantar.
Não é um trocadilho, hoje o jantar cá em casa foi mesmo feijoada. (Dono do meu coração, se estás a ler isto - duvido - pára por aqui.) Enquanto o Dono via o jogo do Benfica com a Danoninha, eu e o Sushi partilhámos umas rodelinhas de chouriço... É verdade. Hoje o meu cão (a)provou o jantar.
22/08/11
20/08/11
Um balde e uma esfregona, por favor!
Ora, venha daí um balde e uma esfregona, se faz favor, para eu limpar toda esta baba!
A Danoninha fez 5 meses e está um "show": já se senta, agarra os pés, vira-se, parece por vezes reconhecer o nome dela quando a chamamos, ri-se muuuito a toda a hora para toda a gente, palra imenso (tem a quem sair), come a sopa e a papa e a fruta e o leite e mais houvesse (tem a quem sair) e até já está a começar a ter os dentinhos. ~
Mas há outra coisa que ela faz que me deixa especialmente derretida: sempre que vê os monstrengos estende a mão para lhes fazer uma festinha. E sempre que recebe uma lambidela ri-se, claro! Opá... Digam lá se não é mesmo o máximo? Não é por ser a minha filha e os meus cães mas... fogo... Digam lá se não é O MÁXIMO???
hehehehe
A Danoninha fez 5 meses e está um "show": já se senta, agarra os pés, vira-se, parece por vezes reconhecer o nome dela quando a chamamos, ri-se muuuito a toda a hora para toda a gente, palra imenso (tem a quem sair), come a sopa e a papa e a fruta e o leite e mais houvesse (tem a quem sair) e até já está a começar a ter os dentinhos. ~
Mas há outra coisa que ela faz que me deixa especialmente derretida: sempre que vê os monstrengos estende a mão para lhes fazer uma festinha. E sempre que recebe uma lambidela ri-se, claro! Opá... Digam lá se não é mesmo o máximo? Não é por ser a minha filha e os meus cães mas... fogo... Digam lá se não é O MÁXIMO???
hehehehe
18/08/11
A Emma 2
O SOS Animal acolheu uma labradora amarela, ainda jovem, que ainda não se sabe se está simplesmente perdida (não há anúncios) ou foi abandonada - já se sabe como é no Verão...
Foi baptizada de Emma... em homenagem à nossa Emma, pois claro!
Por enquanto está em FAT (vamos lá a ver se não se torna FAD...) e se no início se dizia que era mais calma do que a Emma 1 agora que ganhou confiança a coisa já não é bem assim. Porque quem sai aos seus não degenera e labradora que se preze tem de ser saltitona, lambidona e comilona :)
O Dono conheceu-a hoje porque foi à clínica do SOS Animal buscar os comprimidos do Sushi (que anda, para variar, a lamber/morder as patas e fica cheio de feridas) e comentou que ela é um pouco mais clara e mais pequena do que a nossa (e que a nossa é mais bonita, mas isso já são coisas de Dono Babado).
Por favor, espalhem a notícia: há uma labradora sem dono ou à procura do seu dono!
Foi baptizada de Emma... em homenagem à nossa Emma, pois claro!
Por enquanto está em FAT (vamos lá a ver se não se torna FAD...) e se no início se dizia que era mais calma do que a Emma 1 agora que ganhou confiança a coisa já não é bem assim. Porque quem sai aos seus não degenera e labradora que se preze tem de ser saltitona, lambidona e comilona :)
O Dono conheceu-a hoje porque foi à clínica do SOS Animal buscar os comprimidos do Sushi (que anda, para variar, a lamber/morder as patas e fica cheio de feridas) e comentou que ela é um pouco mais clara e mais pequena do que a nossa (e que a nossa é mais bonita, mas isso já são coisas de Dono Babado).
Por favor, espalhem a notícia: há uma labradora sem dono ou à procura do seu dono!
06/08/11
04/08/11
Interacção
A Danoninha olha muito para os cães e estica a mão para lhes tocar. A Emma farta-se de lhe dar lambidelas.
Sou uma Dona Mãe muito feliz.
Sou uma Dona Mãe muito feliz.
23/07/11
A canção não é bem assim...
Come a papa Danoninha, come a papa.
Come os restos de papa Emma, come os restos de papa.
A Danoninha comeu tudo tudo tudo (tem bem a quem sair), mas os pingos que cairam no chão ou na minha roupa ou nos meus chinelos (aiii a falta de jeito) foram testados e aprovados pela Emma.
Acho que hoje demos mais uma razão à Emma para que goste da Danoninha heheh
PS - Há bocado as duas disputaram o mesmo brinquedo, pena foi não ter conseguido tirar foto.
Come os restos de papa Emma, come os restos de papa.
A Danoninha comeu tudo tudo tudo (tem bem a quem sair), mas os pingos que cairam no chão ou na minha roupa ou nos meus chinelos (aiii a falta de jeito) foram testados e aprovados pela Emma.
Acho que hoje demos mais uma razão à Emma para que goste da Danoninha heheh
PS - Há bocado as duas disputaram o mesmo brinquedo, pena foi não ter conseguido tirar foto.
Sobre o Chiquinho
O Chiquinho resulta mesmo se:
- não houver tapetes. Ele é capaz de subi-los mas não consegue arrancar pêlos que se entranham. As escovinhas que possui para andar servem para "levar à boca" os pêlos que encontra pelo caminho, ou seja, os pêlos são como que varridos para dentro do depósito e não propriamente arrancados dos tapetes/alcatifas/etc.
- houver uma manutenção a nível de esvaziar o depósito e limpar as escovas e as rodinhas (no nosso caso de todas as vezes que ele funciona).
- for usado com frequência e não como substituição de uma limpeza semanal mais profunda (neste momento em que o Sushi já parou de perder pêlo mas agora está a Emma, temos usado duas vezes por dia, depois contamos reduzir para apenas uma).
- não houver fios à solta em casa, mas quem tem gatos à partida nem os tem...
- for usado durante o dia, o que implica ter as portas de todas as divisões abertas, ou então à noite mas com luzes ligadas, porque ele precisa de ver o tecto para que os sensores detectem onde já foi e onde ainda não passou.
- não houver bugigangas e berlicoques frágeis nos móveis porque nem sempre ele detecta e pára a tempo, às vezes choca contra as coisas (todo à volta é feito de "pára-choques" para não se estragar nestes embates) e pode fazê-las tombar para o chão partindo-se. Numa casa tão minimalista quanto a nossa, em que não há nada em cima de móveis, estamos descansados, mas a casa da minha mãe, por exemplo, é um autêntico museu de loiça e caixinhas e bules e tretas.
Respeitando todas estas condições, o Chiquinho é o melhor amigo de quem tem animais. E os cães fogem dele, portanto sem crises!
- não houver tapetes. Ele é capaz de subi-los mas não consegue arrancar pêlos que se entranham. As escovinhas que possui para andar servem para "levar à boca" os pêlos que encontra pelo caminho, ou seja, os pêlos são como que varridos para dentro do depósito e não propriamente arrancados dos tapetes/alcatifas/etc.
- houver uma manutenção a nível de esvaziar o depósito e limpar as escovas e as rodinhas (no nosso caso de todas as vezes que ele funciona).
- for usado com frequência e não como substituição de uma limpeza semanal mais profunda (neste momento em que o Sushi já parou de perder pêlo mas agora está a Emma, temos usado duas vezes por dia, depois contamos reduzir para apenas uma).
- não houver fios à solta em casa, mas quem tem gatos à partida nem os tem...
- for usado durante o dia, o que implica ter as portas de todas as divisões abertas, ou então à noite mas com luzes ligadas, porque ele precisa de ver o tecto para que os sensores detectem onde já foi e onde ainda não passou.
- não houver bugigangas e berlicoques frágeis nos móveis porque nem sempre ele detecta e pára a tempo, às vezes choca contra as coisas (todo à volta é feito de "pára-choques" para não se estragar nestes embates) e pode fazê-las tombar para o chão partindo-se. Numa casa tão minimalista quanto a nossa, em que não há nada em cima de móveis, estamos descansados, mas a casa da minha mãe, por exemplo, é um autêntico museu de loiça e caixinhas e bules e tretas.
Respeitando todas estas condições, o Chiquinho é o melhor amigo de quem tem animais. E os cães fogem dele, portanto sem crises!
16/07/11
Apresento-vos o 6º habitante da nossa casa: o Chiquinho!
Vai passear 2x por dia e temos de lhe esvaziar-lhe as "tripas" sempre que ele passeia, mas até agora estamos muito satisfeitos. É muito bem educadinho, passeia quando mandamos e vai para a caminha sozinho quando está cansado. E sai barato, porque afinal de contas come pêlos de cão! hehehe
Que grande prenda de anos, hein?
13/07/11
Ando para cá vir há uns dias...
Mas o tempo não estica.
A minha licença de maternidade está a acabar :( O Dono tirou férias para estarmos juntos estes últimos dias (depois dos quais ele fica de licença e eu vou trabalhar, porque, como ele diz, alguém tem de trabalhar nesta casa LOL) e temos andado ocupadíssimos a ver creches.
No entretanto:
traduzi mais um livro;
o Sushi teve um fungo horrível e está todo rapado no lombo, rabo e cauda;
a Emma coçou-se tanto no pescoço que ficou com uma pelada (não tinha nenhuma pulga ou carraça, já verificámos) e tem andado a lamber-se nas patas mas felizmente não fica com as feridas do mano;
a Danoninha descobriu os pés e quase já dobra o riso;
acabámos por ainda só passear uma vez junto à praia e outra no jardim...
E assim estão a ser as nossas "férias".
A partir de 2ª feira vai ser a doer (e na 3ª começa o festival de comida pelo chão porque a Danoninha completa 4 meses e isso significa... PAPAS! Vais ser um regabofe para os monstrengos hihihi)
A minha licença de maternidade está a acabar :( O Dono tirou férias para estarmos juntos estes últimos dias (depois dos quais ele fica de licença e eu vou trabalhar, porque, como ele diz, alguém tem de trabalhar nesta casa LOL) e temos andado ocupadíssimos a ver creches.
No entretanto:
traduzi mais um livro;
o Sushi teve um fungo horrível e está todo rapado no lombo, rabo e cauda;
a Emma coçou-se tanto no pescoço que ficou com uma pelada (não tinha nenhuma pulga ou carraça, já verificámos) e tem andado a lamber-se nas patas mas felizmente não fica com as feridas do mano;
a Danoninha descobriu os pés e quase já dobra o riso;
acabámos por ainda só passear uma vez junto à praia e outra no jardim...
E assim estão a ser as nossas "férias".
A partir de 2ª feira vai ser a doer (e na 3ª começa o festival de comida pelo chão porque a Danoninha completa 4 meses e isso significa... PAPAS! Vais ser um regabofe para os monstrengos hihihi)
Pistas:
Danoninha,
Emma,
Família feliz,
Férias 2011,
Sushi
29/06/11
E o Sushi?
Tenho falado bastante na interacção entre a Emma e a Danoninha, nada sobre o Sushi. Pois este nosso cão panhonhas não está nem aí. Não demonstrou a curiosidade inicial da Emma, nem a mesma inquietação na presença de estranhos, nem a mesma contenção nas reacções para não acordar a bebé como a Emma (tão lindaaaaa). É como se nada fosse. Aliás, a única coisa que ele parece sentir é um certo receio. O pobre do cão às vezes vem cheirá-la, sempre a medo, sem nunca se chegar muito perto. Mas não parece ser medo em relação a ela, mas sim que nós refilemos com ele por ousar aproximar-se demais da bebé. Ai cão, o que será que te fizeram na tua outra vida (é assim que me refiro ao passado dele antes de ser nosso) para que ainda hoje andes meio que a pisar ovos??? :(
19/06/11
Frustração
Deve ser esta a frustração que me espera quando passar o dia no trabalho longe da minha pimpolha e alguém depois me contar: ela hoje fez isto e aquilo e aqueloutro.
O Dono está ali com ela ao colo, na mesma divisão em que também estou, e mesmo assim eu não testemunhei um momento que acabou de acontecer e que para mim é super importante: a Danoninha deu a sua primeira festinha à Emma. Hoje, no dia em que faz 3 meses. Lindooooo!!!
Beijinhos da Emma à Danoninha já tinha havido alguns, cheiradelas do Sushi também. Mas pela primeira vez a Danoninha olhou realmente para a Emma, estendeu a mão, tocou o focinho dela e em troca recebeu uma lambidela. Volto a dizer: lindooooo!!!
Uma grande amizade is in the works :)
O Dono está ali com ela ao colo, na mesma divisão em que também estou, e mesmo assim eu não testemunhei um momento que acabou de acontecer e que para mim é super importante: a Danoninha deu a sua primeira festinha à Emma. Hoje, no dia em que faz 3 meses. Lindooooo!!!
Beijinhos da Emma à Danoninha já tinha havido alguns, cheiradelas do Sushi também. Mas pela primeira vez a Danoninha olhou realmente para a Emma, estendeu a mão, tocou o focinho dela e em troca recebeu uma lambidela. Volto a dizer: lindooooo!!!
Uma grande amizade is in the works :)
18/06/11
Mais uma prova
A prova de que os animais e as crianças SÃO compatíveis é que hoje pela primeira vez fomos a um casamento sem precisar de pedir a alguém que ao final da tarde viesse cá a casa dar comida e passear os cães ou, como mais frequentemente acontecia, sem o Dono ter de se ausentar temporariamente do casamento para vir ele fazer isso (o que era especialmente chato para mim nos casamentos em que não conhecia ninguém porque ficava lá sozinha e também muito chato para ele que tinha de despir o fato, passear os cães e depois vestir-se novamente).
Ontem não. Bateram as oito da noite e nós ala para casa que a bebé já está farta desta confusão toda.
E os nossos cães agradeceram.
PS - For the record, a seguir ao meu, foi o melhor casamento a que alguma vez fui (e o único a que fui de havaianas).
Ontem não. Bateram as oito da noite e nós ala para casa que a bebé já está farta desta confusão toda.
E os nossos cães agradeceram.
PS - For the record, a seguir ao meu, foi o melhor casamento a que alguma vez fui (e o único a que fui de havaianas).
14/06/11
Vocês não vão acreditar nisto...
Fui acusada de não querer ajudar a dar a gata. Ya. Eu a não querer ajudar um animal? Ainda por cima um animal que eu acho que não fica bem entregue se ficar em casa dos meus sogros? Diria que tenho todo o interesse em arranjar-lhe uns donos melhores, mas pelos vistos a minha sogra acha que não.
Eu limitei-me a dizer à minha cunhada que a minha amiga Lígia do SOS Animal estava sobrecarregada com muitos gatos e que não deveria conseguir acolher mais nenhum. Isto significa apenas duas coisas: 1. Que a minha cunhada teria de ser FAT da gata. 2. Que eu e o SOS Animal poderíamos ajudar de outras formas, nomeadamente, divulgando.
Mas o que é que a minha cunhada foi dizer à minha sogra? Que eu não queria ajudar. E o que é que a minha sogra fez? Acreditou. Nem sequer achou estranho eu fazer uma coisa tão pouco típica em mim, nem sequer deu o benefício da dúvida, nem sequer me perguntou porque é que eu não queria ajudar, nem sequer me disse que estava chateada por eu supostamente não querer ajudar.
Os dias passaram-se, eu achei estranho a minha cunhada não voltar a pedir-me ajuda, nem um email ela me mandou para eu poder divulgar entre os meus contactos, nem sequer me pediu para divulgar através do SOS Animal. Eu calculava que a minha sogra não estivesse nada satisfeita com a história, então não liguei lá para casa a tocar no assunto para não deitar mais achas para a fogueira. Mas fui ao mural do facebook da minha cunhada, saquei a foto e divulguei o apelo. E no sábado quando estive com a família do meu marido, tivemos a conversa que eu descrevi no meu post anterior. O tempo todo a minha sogra esteve de trombas, mas eu achei que se devia à situação de ter uma gata em casa a contragosto.
Não. Soube depois que ela estava de trombas COMIGO porque eu não quis ajudar. E que ela é que mandou a minha cunhada não voltar a pedir-me ajuda. E que nas minhas costas contactaram o SOS Animal sem dizerem que eram da minha família. Não percebo essa parte, quereriam confirmar se eu estava a dizer a verdade quando avisei que provavelmente não poderiam receber mais animais?
E agora aproveito para dizer em minha defesa que quando a minha cunhada me falou pela primeira vez na gata e me disse que queria o contacto do SOS Animal a conversa foi à janela, de manhãzinha, com a bebé a chorar e eu com apenas 4 horas de sono em cima. Se calhar fui um bocado antipática, se calhar quando a minha cunhada quis impingir a gata ao SOS Animal eu pus logo aquele ar de "isso não funciona bem assim" porque há muitas pessoas que não têm noção das dificuldades que as associações passam e acham que podem simplesmente despejar os animais em vez serem FATs individualmente, coisa que a minha cunhada poderia perfeitamente ser.
E também aproveito para dizer que há alguns meses houve um mal entendido semelhante, em que alguém foi dizer à minha sogra que eu tinha dito uma coisa que eu não disse e ela simplesmente acreditou, amuou e deixou de me falar. E dessa vez quando tudo se resolveu eu disse-lhe abertamente que se voltasse a haver uma situação assim ela tinha de conversar comigo, não podia simplesmente acreditar e ficar chateada comigo.
Se ela não aprende com os erros, se ela quer ser injusta e se ela me tem em tão pouca consideração ao fim de 11 anos supostamente a conhecer-me como pessoa (bolas, até quem lê o meu blog tem melhor opinião de mim do que ela, pelos vistos) então não me interessa ter uma pessoa assim na minha vida. Por isso neste momento quem não lhe fala sou eu. Tivemos uma discussão e saí de casa dela antes que dissesse alguma coisa que depois me arrependesse e desde então não lhe falei mais nem tenciono voltar a mostrar-lhe os dentes.
Pode parecer uma medida extrema, pode parecer que "só por causa de uma gata" não era caso para isto tudo. Mas não se trata da gata. Querem ficar com a gata, fiquem. Eu acho que ela não fica bem entregue, mas a casa não é minha, a família não é minha, a decisão não é minha. Daí até me apunhalarem pelas costas, difamarem-me, julgarem-me, nem sequer falarem comigo para me dar hipóteses de me defender ou de esclarecer um mal entendido que eu nem sequer sei que está a haver... epá... não é só uma gata, é uma falta de consideração.
PS - É óbvio que a minha cunhada quer à força toda ficar com a gata e que nem sequer se esforçou muito para lhe arranjar donos. Não a divulgou, não recorreu à minha ajuda, não esgotou todos os meios nem esperou tempo nenhum. Em menos de uma semana já tinha manipulado a mãe para ficar com a gata. Não é com ela que estou chateada porque consigo ver perfeitamente porque é que ela disse à mãe que eu não a ajudei, sem sequer se aperceber das consequências e da infantilidade com que a minha sogra iria reagir. Quem se lixou fui eu, que fiquei como a má da fita que não quis ajudar. Ai da minha sogra que um dia se queira livrar da gata e me acuse de ter a culpa por a gata lá ter ficado. No dia em que ela fizer isso, não só não me vê os dentes como se calhar arranco-lhe os cabelos. Eu sou muito boazinha até ao dia em que me f0d3m... Pardon my french...
Eu limitei-me a dizer à minha cunhada que a minha amiga Lígia do SOS Animal estava sobrecarregada com muitos gatos e que não deveria conseguir acolher mais nenhum. Isto significa apenas duas coisas: 1. Que a minha cunhada teria de ser FAT da gata. 2. Que eu e o SOS Animal poderíamos ajudar de outras formas, nomeadamente, divulgando.
Mas o que é que a minha cunhada foi dizer à minha sogra? Que eu não queria ajudar. E o que é que a minha sogra fez? Acreditou. Nem sequer achou estranho eu fazer uma coisa tão pouco típica em mim, nem sequer deu o benefício da dúvida, nem sequer me perguntou porque é que eu não queria ajudar, nem sequer me disse que estava chateada por eu supostamente não querer ajudar.
Os dias passaram-se, eu achei estranho a minha cunhada não voltar a pedir-me ajuda, nem um email ela me mandou para eu poder divulgar entre os meus contactos, nem sequer me pediu para divulgar através do SOS Animal. Eu calculava que a minha sogra não estivesse nada satisfeita com a história, então não liguei lá para casa a tocar no assunto para não deitar mais achas para a fogueira. Mas fui ao mural do facebook da minha cunhada, saquei a foto e divulguei o apelo. E no sábado quando estive com a família do meu marido, tivemos a conversa que eu descrevi no meu post anterior. O tempo todo a minha sogra esteve de trombas, mas eu achei que se devia à situação de ter uma gata em casa a contragosto.
Não. Soube depois que ela estava de trombas COMIGO porque eu não quis ajudar. E que ela é que mandou a minha cunhada não voltar a pedir-me ajuda. E que nas minhas costas contactaram o SOS Animal sem dizerem que eram da minha família. Não percebo essa parte, quereriam confirmar se eu estava a dizer a verdade quando avisei que provavelmente não poderiam receber mais animais?
E agora aproveito para dizer em minha defesa que quando a minha cunhada me falou pela primeira vez na gata e me disse que queria o contacto do SOS Animal a conversa foi à janela, de manhãzinha, com a bebé a chorar e eu com apenas 4 horas de sono em cima. Se calhar fui um bocado antipática, se calhar quando a minha cunhada quis impingir a gata ao SOS Animal eu pus logo aquele ar de "isso não funciona bem assim" porque há muitas pessoas que não têm noção das dificuldades que as associações passam e acham que podem simplesmente despejar os animais em vez serem FATs individualmente, coisa que a minha cunhada poderia perfeitamente ser.
E também aproveito para dizer que há alguns meses houve um mal entendido semelhante, em que alguém foi dizer à minha sogra que eu tinha dito uma coisa que eu não disse e ela simplesmente acreditou, amuou e deixou de me falar. E dessa vez quando tudo se resolveu eu disse-lhe abertamente que se voltasse a haver uma situação assim ela tinha de conversar comigo, não podia simplesmente acreditar e ficar chateada comigo.
Se ela não aprende com os erros, se ela quer ser injusta e se ela me tem em tão pouca consideração ao fim de 11 anos supostamente a conhecer-me como pessoa (bolas, até quem lê o meu blog tem melhor opinião de mim do que ela, pelos vistos) então não me interessa ter uma pessoa assim na minha vida. Por isso neste momento quem não lhe fala sou eu. Tivemos uma discussão e saí de casa dela antes que dissesse alguma coisa que depois me arrependesse e desde então não lhe falei mais nem tenciono voltar a mostrar-lhe os dentes.
Pode parecer uma medida extrema, pode parecer que "só por causa de uma gata" não era caso para isto tudo. Mas não se trata da gata. Querem ficar com a gata, fiquem. Eu acho que ela não fica bem entregue, mas a casa não é minha, a família não é minha, a decisão não é minha. Daí até me apunhalarem pelas costas, difamarem-me, julgarem-me, nem sequer falarem comigo para me dar hipóteses de me defender ou de esclarecer um mal entendido que eu nem sequer sei que está a haver... epá... não é só uma gata, é uma falta de consideração.
PS - É óbvio que a minha cunhada quer à força toda ficar com a gata e que nem sequer se esforçou muito para lhe arranjar donos. Não a divulgou, não recorreu à minha ajuda, não esgotou todos os meios nem esperou tempo nenhum. Em menos de uma semana já tinha manipulado a mãe para ficar com a gata. Não é com ela que estou chateada porque consigo ver perfeitamente porque é que ela disse à mãe que eu não a ajudei, sem sequer se aperceber das consequências e da infantilidade com que a minha sogra iria reagir. Quem se lixou fui eu, que fiquei como a má da fita que não quis ajudar. Ai da minha sogra que um dia se queira livrar da gata e me acuse de ter a culpa por a gata lá ter ficado. No dia em que ela fizer isso, não só não me vê os dentes como se calhar arranco-lhe os cabelos. Eu sou muito boazinha até ao dia em que me f0d3m... Pardon my french...
12/06/11
Deveria ser uma boa notícia...
E eu deveria estar contente. Mas não é e não estou.
Pois então parece que a minha cunhada quer ficar com a gata, que eu entretanto soube que se chama Chibi. Quando lhe perguntei se era uma decisão oficial e se realmente iam parar de tentar arranjar-lhes uns donos, esperava uma resposta sentida como: "sempre quis ter uma gata" ou "afeiçoei-me tanto à gatinha que agora já não consigo separar-me dela". Em vez disso, a resposta obedeceu a uma lógica um pouco invertida na minha opinião. Vão ficar com a gata porque já compraram as coisas todas de que ela precisa (caixote, cama, comida, etc). Porque já compraram? Ficam com ela porque já compraram? Não deveria ser "comprámos as coisas porque vamos ficar com a gata"? Mais alguém nota a contradição?
Se calhar sou eu. Devo ser eu. Ando há 11 anos a ouvir a minha sogra dizer que não suporta gatos, que os gatos isto e aquilo, ui credo gatos. Em casa da avó paterna do Dono há uma gata e deviam ver a cara de nojo e de repulsa que a minha sogra faz se a pobre gata tem a ousadia de lhe aparecer à frente. Se calhar a minha cunhada tem memória curta ou selectiva, porque subitamente esqueceu-se que ainda vive em casa dos pais e que a mãe não gosta de gatos e que isso é tudo assim um bocado para o... sei lá... Incompatível? Utópico? Hmmm
Gostava muito sinceramente de estar enganada. Gostava de conseguir acreditar que a Chibi tem ali uns donos à maneira e que fica bem entregue e que encontrou a sua família humana para o resto da vida. Mas... a minha memória não é curta nem selectiva. Eu lembro-me do cão que o Dono foi obrigado a dar porque a mãe fartou-se dos estragos que ele fazia. E tratava-se de um cão (a minha sogra gosta de cães), macho (a minha sogra para além de não gostar de felinos também embirra com as fêmeas seja de que espécie animal forem, vai-se lá perceber), que a minha sogra tinha sido querido levar para casa, ao contrário da pobre Chibi, que foi apresentada como facto consumado porque a minha sogra não estava sequer em casa quando a minha cunhada a apanhou. E mesmo assim o cão levou sumiço. Quantos meses (ou mesmo semanas) acham vocês que vai demorar até a gatinha ter a mesma sorte?
Ah, e curtam esta: a minha sogra hoje disse coisas do género "ai a gata vai ter de ser educada se não leva", "ai eu detesto quando os gatos andam por cima das coisas", "ai há certas coisas para as quais não tenho paciência, desculpem lá", "ai da gata que faça isto ou aquilo ou frito ou cozido ou assado ou grelhado". Eu a ouvir aquilo tudo e a pensar que a coisa não vai mesmo correr bem. Então fui levantando todas as questões em que acho importante pensar antes de adoptar um animal. Disse-lhe que os gatos chegam a viver 20 anos, disse-lhe que os gatos têm as suas personalidades e que por muito que sejam ensinados vão sempre ter as suas manias, disse-lhe ainda que entre essas manias muitas vezes incluem-se coisas como serem esquisitos com a comida, rebelarem-se quando os caixotes não estão suficientemente limpos, etc e tal. Enfim, quem tem gatos sabe do que eu falo melhor do que eu, que só tive gatos à experiência (infelizmente).
Uma confissão: os cortinados da minha sala custaram 100 contos. É verdade. Entre o tecido, o varão, blablabla, foi um balúrdio - e imaginem quanto mais me teria custado se não tivessem sido costurados em casa. E eu adoro animais, adoro cães, adoro gatos, mas no dia em que a Mia (lembram-se dela?) se pendurou neles... hmm... digamos que me doeu cá dentro. E isso sou eu, que não ligo aos estragos em casa, que não sou materialista, que tenho o lema "as casas não são museus", que gosto de animais o suficiente para relevar os estragos que causam. Mas a minha sogra não é assim. E inevitavelmente a Chibi vai estragar qualquer coisa cara que ela tenha e depois como é que vai ser? Vão livrar-se da gata quando ela já for adulta e muito mais difícil de dar? Vão fazê-la sofrer por se separar dos donos? Não estou propriamente preocupada com o que a minha cunhada vai sofrer, porque a culpa será toda dela por ser ingénua ao ponto de pensar que a mãe a ia realmente deixar ter a gata.
Ps - Sabem aquele argumento que os pais invariavelmente usam quando os filhos lhes pedem um animal de estimação que eles não querem? Dizem: "depois nós, pais, é que temos o trabalho". E é verdade. Até sairmos de casa dos nossos pais e termos um animal do qual só nós é que cuidamos, que nós é que temos de levar ao vet e comprar comida, caso contrário mais ninguém o faz por nós, só então é que podemos considerar esse animal mesmo nosso. Ora, o cão dos meus sogros supostamente era da minha cunhada, por isso o mais lógico seria ela tratar dele. Mas eu lembro-me de ir passeá-lo com o meu marido quando namorávamos e sei que quem paga as despesas todas e lhe dá as injecções de insulina a horas é a minha sogra e sei que muitas vezes a minha cunhada vai namorar ou ao cinema ou fica a dormir até tarde ou isto ou aquilo e tem sempre as costas quentes porque a mãezinha trata do cão. Qual é a lição que a minha sogra ainda não aprendeu? É óbvio que vai sobrar para ela, que agora é tudo muito bonito e a minha cunhada muda a areia duas vezes por dia. Mas daqui a uns tempos será a minha sogra a ter de fazer isso, logo ela QUE NÃO GOSTA DE GATOS E NÃO ESCONDE ISSO DE NINGUÉM. Como é que só eu é que vejo isto???
Enfim... a coisa não vai mesmo mesmo mesmo correr bem. E o pior é estar a ver as coisas a acontecerem e não poder fazer nada. Já tentei alertar, não vou desistir já, mas... por que raios é que isto tinha de acontecer?
NOTA-SE MUITO QUE ESTOU IRRITADA COM A IRRESPONSABILIDADE DAQUELA GENTE (e acima de tudo PREOCUPADA com a pobre da gata)?
Pois então parece que a minha cunhada quer ficar com a gata, que eu entretanto soube que se chama Chibi. Quando lhe perguntei se era uma decisão oficial e se realmente iam parar de tentar arranjar-lhes uns donos, esperava uma resposta sentida como: "sempre quis ter uma gata" ou "afeiçoei-me tanto à gatinha que agora já não consigo separar-me dela". Em vez disso, a resposta obedeceu a uma lógica um pouco invertida na minha opinião. Vão ficar com a gata porque já compraram as coisas todas de que ela precisa (caixote, cama, comida, etc). Porque já compraram? Ficam com ela porque já compraram? Não deveria ser "comprámos as coisas porque vamos ficar com a gata"? Mais alguém nota a contradição?
Se calhar sou eu. Devo ser eu. Ando há 11 anos a ouvir a minha sogra dizer que não suporta gatos, que os gatos isto e aquilo, ui credo gatos. Em casa da avó paterna do Dono há uma gata e deviam ver a cara de nojo e de repulsa que a minha sogra faz se a pobre gata tem a ousadia de lhe aparecer à frente. Se calhar a minha cunhada tem memória curta ou selectiva, porque subitamente esqueceu-se que ainda vive em casa dos pais e que a mãe não gosta de gatos e que isso é tudo assim um bocado para o... sei lá... Incompatível? Utópico? Hmmm
Gostava muito sinceramente de estar enganada. Gostava de conseguir acreditar que a Chibi tem ali uns donos à maneira e que fica bem entregue e que encontrou a sua família humana para o resto da vida. Mas... a minha memória não é curta nem selectiva. Eu lembro-me do cão que o Dono foi obrigado a dar porque a mãe fartou-se dos estragos que ele fazia. E tratava-se de um cão (a minha sogra gosta de cães), macho (a minha sogra para além de não gostar de felinos também embirra com as fêmeas seja de que espécie animal forem, vai-se lá perceber), que a minha sogra tinha sido querido levar para casa, ao contrário da pobre Chibi, que foi apresentada como facto consumado porque a minha sogra não estava sequer em casa quando a minha cunhada a apanhou. E mesmo assim o cão levou sumiço. Quantos meses (ou mesmo semanas) acham vocês que vai demorar até a gatinha ter a mesma sorte?
Ah, e curtam esta: a minha sogra hoje disse coisas do género "ai a gata vai ter de ser educada se não leva", "ai eu detesto quando os gatos andam por cima das coisas", "ai há certas coisas para as quais não tenho paciência, desculpem lá", "ai da gata que faça isto ou aquilo ou frito ou cozido ou assado ou grelhado". Eu a ouvir aquilo tudo e a pensar que a coisa não vai mesmo correr bem. Então fui levantando todas as questões em que acho importante pensar antes de adoptar um animal. Disse-lhe que os gatos chegam a viver 20 anos, disse-lhe que os gatos têm as suas personalidades e que por muito que sejam ensinados vão sempre ter as suas manias, disse-lhe ainda que entre essas manias muitas vezes incluem-se coisas como serem esquisitos com a comida, rebelarem-se quando os caixotes não estão suficientemente limpos, etc e tal. Enfim, quem tem gatos sabe do que eu falo melhor do que eu, que só tive gatos à experiência (infelizmente).
Uma confissão: os cortinados da minha sala custaram 100 contos. É verdade. Entre o tecido, o varão, blablabla, foi um balúrdio - e imaginem quanto mais me teria custado se não tivessem sido costurados em casa. E eu adoro animais, adoro cães, adoro gatos, mas no dia em que a Mia (lembram-se dela?) se pendurou neles... hmm... digamos que me doeu cá dentro. E isso sou eu, que não ligo aos estragos em casa, que não sou materialista, que tenho o lema "as casas não são museus", que gosto de animais o suficiente para relevar os estragos que causam. Mas a minha sogra não é assim. E inevitavelmente a Chibi vai estragar qualquer coisa cara que ela tenha e depois como é que vai ser? Vão livrar-se da gata quando ela já for adulta e muito mais difícil de dar? Vão fazê-la sofrer por se separar dos donos? Não estou propriamente preocupada com o que a minha cunhada vai sofrer, porque a culpa será toda dela por ser ingénua ao ponto de pensar que a mãe a ia realmente deixar ter a gata.
Ps - Sabem aquele argumento que os pais invariavelmente usam quando os filhos lhes pedem um animal de estimação que eles não querem? Dizem: "depois nós, pais, é que temos o trabalho". E é verdade. Até sairmos de casa dos nossos pais e termos um animal do qual só nós é que cuidamos, que nós é que temos de levar ao vet e comprar comida, caso contrário mais ninguém o faz por nós, só então é que podemos considerar esse animal mesmo nosso. Ora, o cão dos meus sogros supostamente era da minha cunhada, por isso o mais lógico seria ela tratar dele. Mas eu lembro-me de ir passeá-lo com o meu marido quando namorávamos e sei que quem paga as despesas todas e lhe dá as injecções de insulina a horas é a minha sogra e sei que muitas vezes a minha cunhada vai namorar ou ao cinema ou fica a dormir até tarde ou isto ou aquilo e tem sempre as costas quentes porque a mãezinha trata do cão. Qual é a lição que a minha sogra ainda não aprendeu? É óbvio que vai sobrar para ela, que agora é tudo muito bonito e a minha cunhada muda a areia duas vezes por dia. Mas daqui a uns tempos será a minha sogra a ter de fazer isso, logo ela QUE NÃO GOSTA DE GATOS E NÃO ESCONDE ISSO DE NINGUÉM. Como é que só eu é que vejo isto???
Enfim... a coisa não vai mesmo mesmo mesmo correr bem. E o pior é estar a ver as coisas a acontecerem e não poder fazer nada. Já tentei alertar, não vou desistir já, mas... por que raios é que isto tinha de acontecer?
NOTA-SE MUITO QUE ESTOU IRRITADA COM A IRRESPONSABILIDADE DAQUELA GENTE (e acima de tudo PREOCUPADA com a pobre da gata)?
10/06/11
Por esta é que eu não estava à espera...

A minha cunhada resgatou da rua uma gatinha bebé com cerca de 2 mesinhos. Já foi levada ao veterinário e por enquanto vai lá ficando por casa dos meus sogros, onde obviamente é bem tratada. Tem comida, casa-de-banho, caminha, etc. Mas é uma situação temporária - porque a minha sogra é uma daquelas pessoas que está sempre a dizer a alto e bom som que detesta gatos.
Ainda não conheço a bichinha pessoalmente nem sei muitos pormenores, porque quem me contou isto foi o meu marido e já sabem como são os homens, nem o nome perguntam. Mas soube que até o meu cunhado que não é propriamente muito fácil de conquistar e não costuma gostar muito de animais anda encantado com ela. Seria óptimo que eles a adoptassem, só que com a minha sogra tão contra duvido muito. Ou então adoptavam-na e daqui a uns tempos ela obrigava-os a darem-na (e seria muito mais difícil em adulta), como ela fez com um cão que o meu marido, então namorado, trouxe da rua e que ia ser nosso quando nos casássemos. Essa ainda me está engasgada...
Por isso, antes que a gatinha tenha o mesmo destino, ajudem-me a divulgar este apelo para ver se lhes arranjamos uns donos realmente bons que fiquem com ela o resto da vida, seja isso 10, 15 ou 20 anos.
Se souberem de alguém interessado, basta contactarem-me através aqui do blog.
PS - O meu marido já me avisou que nesta casa já há animais suficientes, para eu não ficar com esperanças. Será que ele estava a incluir a nossa filhota sanguessuga? hehehe
08/06/11
Vamos divulgar para um dono encontrar!
Apeteceu-me fazer uma pequena rima, não liguem.
Mas liguem a este apelo, sff.
Gatinho Coca procura dono 5 estrelas.
Tem 1 mês e meio, é muito alegre e brincalhão. Só precisa de umas horas para se adaptar ao novo dono e revelar o seu lado meigo.
Macho, tigrado, lindo.
Está em Lisboa.
Contactos: alves.alexandra@netcabo.pt ou 93 88 66 088 (se não atender por favor mande mensagem)
(não consigo pôr as fotos, não sei porquê, mas sim o Coca é LINDO! faz-me lembrar a "minha" Mia.)
Mas liguem a este apelo, sff.
Gatinho Coca procura dono 5 estrelas.
Tem 1 mês e meio, é muito alegre e brincalhão. Só precisa de umas horas para se adaptar ao novo dono e revelar o seu lado meigo.
Macho, tigrado, lindo.
Está em Lisboa.
Contactos: alves.alexandra@netcabo.pt ou 93 88 66 088 (se não atender por favor mande mensagem)
(não consigo pôr as fotos, não sei porquê, mas sim o Coca é LINDO! faz-me lembrar a "minha" Mia.)
05/06/11
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