Ontem fiquei com tanta pena da Emma...
A Danoninha estava a jantar e enxutava-a para não ser toda lambida: "sai daqui, Emma!" .
Então a Emma foi para a sala ter com o Dono, que queria ver o jogo do Benfica em paz (se bem que paz mesmo só a teve quando o jogo acabou) e também a enxutava: "que chata, Emma, sai da frente, deixa-me ver".
Quando a Emma veio ter comigo vinha com um ar tão tristinho... com aqueles olhinhos, sabem? Então lá levou uma dose extra de mimo e pronto. (E eu fiquei com uma dose extra de pelos na roupa - sim, it's that time of the year... again!)
Uma cadela hiperactiva, um cão traumatizado, um Dono relaxado, uma Dona babada... e agora uma Danoninha sanguessuga. Enfim, uma família de doidos!
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03/05/13
06/04/13
A nova palavra é...
"chata"
A Danoninha já dizia que a Emma é "maluquinha" (com direito a espetar o dedinho na testa para fazer o gesto correspondente) e agora aprendeu também a chamá-la de "chata".
- Sai daqui, Emma. Que chata! Vai para a cama!
(Sim, o tempo voa e a minha filha já formula frases completas. E esta é a frase que ela mais nos ouve dizer durante as refeições e que repete tal e qual.)
O problema é quando estou a comê-la com beijos e ela também me chama de chata. Mas verdade seja dita depois vem sempre pedir mais hehehe
A Danoninha já dizia que a Emma é "maluquinha" (com direito a espetar o dedinho na testa para fazer o gesto correspondente) e agora aprendeu também a chamá-la de "chata".
- Sai daqui, Emma. Que chata! Vai para a cama!
(Sim, o tempo voa e a minha filha já formula frases completas. E esta é a frase que ela mais nos ouve dizer durante as refeições e que repete tal e qual.)
O problema é quando estou a comê-la com beijos e ela também me chama de chata. Mas verdade seja dita depois vem sempre pedir mais hehehe
01/04/13
A liberdade vem com responsabilidade... e com a idade?
Há 3 razões pelas quais não passeamos os nossos cães sem trela:
- essencialmente porque aterrorizam o bairro inteiro (a Emma salta para cima de pessoas acabado por as derrubar, já para não falar em sujar, e o Sushi mostra o seu lado Frankenstein sempre que há outros cães por perto)
- entram em modo aspirador e devoram tudo o que puderem (ração deixada para os gatos vadios, restos de comida que eventualmente estejam pelo chão, cocós que desenterram, enfim... basicamente tudo)
- só o Sushi volta para casa... e mesmo assim... anda a aprender com a mana e faz-se um bocado de surdo
Bom, e também porque é proibido e não nos queremos meter em alhadas (vide ponto nº 1).
Mas na semana passada, mais concretamente na véspera do 6º aniversário da Emma, quando o Dono estava a passeá-los cruzou-se com um labrador chocolate ainda cachorrito e como os cães estavam a brincar todos tão divertidos ele não teve remédio senão tirar-lhes a trela para não ficar tudo enrodilhado. Conformado com a ideia de que a Emma iria bater em retirada, o Dono decidiu, com aquela calma que só ele, vir deixar o Sushi a casa e aproveitar para apanhar as chaves do carro para ir atrás dela - como teve de fazer no passado várias (todas) vezes. Pois para seu grande espanto (e meu, quando ele me contou), não é que a Emma voluntariamente o seguiu para casa? Uau uau uau, mas que grande sinal de maturidade. Que esperança ao fundo do túnel. Que maravilha!!!
Até que, no dia seguinte, ou melhor, na madrugada seguinte, já bem tarde (ou bem cedo, depende do ponto de vista), o bairro vazio e silencioso e a dormir, quando a chuva deu tréguas e o Dono os levou a passear e, inspirado pelo bom comportamento da véspera, achou que como prenda de anos para a Emma seria giro soltá-los... acabou por ter de voltar a casa para deixar o Sushi e apanhar as chaves do carro.
I rest my case.
- essencialmente porque aterrorizam o bairro inteiro (a Emma salta para cima de pessoas acabado por as derrubar, já para não falar em sujar, e o Sushi mostra o seu lado Frankenstein sempre que há outros cães por perto)
- entram em modo aspirador e devoram tudo o que puderem (ração deixada para os gatos vadios, restos de comida que eventualmente estejam pelo chão, cocós que desenterram, enfim... basicamente tudo)
- só o Sushi volta para casa... e mesmo assim... anda a aprender com a mana e faz-se um bocado de surdo
Bom, e também porque é proibido e não nos queremos meter em alhadas (vide ponto nº 1).
Mas na semana passada, mais concretamente na véspera do 6º aniversário da Emma, quando o Dono estava a passeá-los cruzou-se com um labrador chocolate ainda cachorrito e como os cães estavam a brincar todos tão divertidos ele não teve remédio senão tirar-lhes a trela para não ficar tudo enrodilhado. Conformado com a ideia de que a Emma iria bater em retirada, o Dono decidiu, com aquela calma que só ele, vir deixar o Sushi a casa e aproveitar para apanhar as chaves do carro para ir atrás dela - como teve de fazer no passado várias (todas) vezes. Pois para seu grande espanto (e meu, quando ele me contou), não é que a Emma voluntariamente o seguiu para casa? Uau uau uau, mas que grande sinal de maturidade. Que esperança ao fundo do túnel. Que maravilha!!!
Até que, no dia seguinte, ou melhor, na madrugada seguinte, já bem tarde (ou bem cedo, depende do ponto de vista), o bairro vazio e silencioso e a dormir, quando a chuva deu tréguas e o Dono os levou a passear e, inspirado pelo bom comportamento da véspera, achou que como prenda de anos para a Emma seria giro soltá-los... acabou por ter de voltar a casa para deixar o Sushi e apanhar as chaves do carro.
I rest my case.
19/03/13
Há dois anos...
Acordei com uma sensação esquisita, desconhecida.
O Dono disse: "Precisas é de comer qualquer coisa, vou preparar-te o pequeno-almoço." (O homem conhece-me bem, o que posso dizer?)
Eu fui à casa de banho. Era um caminho que conhecia bem, era o único que tinha percorrido nos últimos meses, acamada que estava desde muito cedo na gravidez, e percorrera-o tantas vezes como só as grávidas que me estiverem a ler compreenderão. E eu nesse dia estava já muito grávida, tão grávida que não via os pés, tão grávida que tinha uma cesariana marcada para daí a 48 horas.
Não demorou muito até que percebesse que algo estava a acontecer. Não há cena de filme nem curso de pós parto que realmente nos prepare para quando chega a nossa vez, mas ajudam. Chamei o Dono: "Cancela o pequeno-almoço, rebentaram-me as águas."
Houve um pequeno instante de "Não era suposto ser assim", acho até que choraminguei e deitei as mãos à cabeça. Afinal, tinha passado os últimos meses a servir de incubadora, quietinha numa cama para a pipoca não saltar cedo demais, e depois passara as últimas semanas a dar voltas à cabeça para escolher uma data para a cesariana porque a pipoca não poderia nascer de parto natural, e portanto achava que as coisas deveriam ser de uma certa maneira que não aquela. E além disso a culpa era das hormonas. A culpa é sempre das hormonas, ok?
Ali, na casa de banho, na mesma casa de banho onde tínhamos descoberto juntos que íamos (finalmente) trazer uma vida ao mundo, descobrimos que esse momento tinha chegado. O Dono abraçou-me emocionado, tal como uns meses antes, e disse. "Mas é assim que vai ser e vai ser espetacular."
E foi. Tem sido. E vai continuar a ser.
Ele ajudou-me a vestir-me e a calçar-me (um pormenor importante), depois eu fui fazer uns telefonemas. Primeiro para a maternidade conforme tinha sido instruída a fazer se entrasse em trabalho de parto antes da data da cesariana, para que pudessem mobilizar a equipa para uma cesariana de emergência. Depois para o meu obstetra, que me tinha avisado que aos fins de semana estava sempre fora de Lisboa e precisava do máximo aviso prévio para chegar a tempo. Depois para a minha mãe, que estava a fazer arroz doce para o almoço do Dia do Pai que estava marcado. Depois para a minha sogra, para a avisar que o almoço do Dia do Pai teria de ser no hospital. Depois reuni os últimos exames e pu-los ao pé da mala há muito preparada, repreparada, mexida e remexida, cheia de roupinhas cor de rosa e botinhas tricotadas com amor e sonhos e princípios.
O que fez o Dono no entretanto? Passeou os cães, claro.
Bom, e também forrou o banco do carro com sacos do lixo. Porque nunca conheci ninguém tão calmo em momentos de stress, e tão prático... e tão cocózinho com o carro. E porque no curso pré-parto nos tinham dito que o líquido amniótico cheirava a esperma (mas eu acho que cheira a lixívia).
E depois demos umas festinhas aos cães e fomos conhecer a Danoninha.
O Dono conduziu que nem um doido, até porque as contrações entretanto começaram, em força e pouco espaçadas, do género "vou ter a bebé mesmo aqui". Eu morria de vergonha pelas manobras que ele fazia e punha-me a fazer aquelas respirações do parto na esperança que as pessoas nos outros carros percebessem que não éramos doidos, éramos apenas grávidos em trabalho de parto.
Soube depois que os meus pais e os meus sogros também fizeram algumas manobras pouco recomendáveis, mas avós que se prezam estão na sala de espera histéricos, não é verdade?
Do parto propriamente dito só tenho boas recordações. O anestesista tinha uma toca com pegadas de animais, o que imediatamente me fez desatar a falar sobre os cães. Depois ele pôs música clássica, o que me imediatamente me fez refilar, até que ele pôs Muse. Sim, a Danoninha nasceu ao som de Muse.
Eu falei sobre TUDO o tempo TODO.
Escusado será dizer que, numa maternidade pequenina onde só havia mais 2 ou 3 grávidas penso eu, no dia seguinte já toda a gente sabia quem eu era. Era a tagarela, com a filhota de lindos casacos tricotados à mão e muitas visitas enfiadas no quarto.
Nos dias em que fiquei internada na maternidade, o Dono nunca ficou lá connosco para que os cães não ficassem sozinhos e os seus horários de passeio e alimentação fossem alterados ao mínimo. Todos os dias quando se ia embora o Dono levava peças de roupa sujas da bebé para dar-lhes a cheirar e depois espalhar pela casa para criar habituação, tal como nos tinham aconselhado.
E sim, deve ter-lhe custado imenso não poder lá ficar connosco. E sim, a Emma substituiu-me na cama.
Fomos para casa no dia 22, o Dono levava a Danoninha no ovo e eu entrei primeiro e os cães fizeram-me uma grande festa. Depois pousámos o ovo e deixámos que eles conhecessem a minúscula bebé à maneira deles. O Sushi nunca ligou nem stressou muito, e formulámos a teoria de que na vida anterior dele (a vida que teve antes de ser nosso e da qual nada sabemos) já tinha convivido com crianças. A Emma ficava agitada com o choro, vinha-nos chamar, quase que revistava as visitas que chegavam. Fiéis a si próprios, portanto.
Passaram-se dois anos e a Danoninha tem crescido linda, esperta e saudável. Pergunta pelos cães, faz-lhes festinhas, refila com eles. No mundo dela nem sequer se concebe outra realidade que não a de ter dois monstrengos a coabitar com ela e a mamã e o papá. Eles fazem parte do dia a dia, das coisas que lhe ensinamos, dos valores, responsabilidades, enfim... da vida em família.
Ter filhos e cães não é nenhum drama. Exige alguma ginástica, para conciliar horários, passeios, atenção, limpeza, brinquedos. Mas não é nenhum drama. É, aliás, muito muito muito muito FIXE!
O Dono disse: "Precisas é de comer qualquer coisa, vou preparar-te o pequeno-almoço." (O homem conhece-me bem, o que posso dizer?)
Eu fui à casa de banho. Era um caminho que conhecia bem, era o único que tinha percorrido nos últimos meses, acamada que estava desde muito cedo na gravidez, e percorrera-o tantas vezes como só as grávidas que me estiverem a ler compreenderão. E eu nesse dia estava já muito grávida, tão grávida que não via os pés, tão grávida que tinha uma cesariana marcada para daí a 48 horas.
Não demorou muito até que percebesse que algo estava a acontecer. Não há cena de filme nem curso de pós parto que realmente nos prepare para quando chega a nossa vez, mas ajudam. Chamei o Dono: "Cancela o pequeno-almoço, rebentaram-me as águas."
Houve um pequeno instante de "Não era suposto ser assim", acho até que choraminguei e deitei as mãos à cabeça. Afinal, tinha passado os últimos meses a servir de incubadora, quietinha numa cama para a pipoca não saltar cedo demais, e depois passara as últimas semanas a dar voltas à cabeça para escolher uma data para a cesariana porque a pipoca não poderia nascer de parto natural, e portanto achava que as coisas deveriam ser de uma certa maneira que não aquela. E além disso a culpa era das hormonas. A culpa é sempre das hormonas, ok?
Ali, na casa de banho, na mesma casa de banho onde tínhamos descoberto juntos que íamos (finalmente) trazer uma vida ao mundo, descobrimos que esse momento tinha chegado. O Dono abraçou-me emocionado, tal como uns meses antes, e disse. "Mas é assim que vai ser e vai ser espetacular."
E foi. Tem sido. E vai continuar a ser.
Ele ajudou-me a vestir-me e a calçar-me (um pormenor importante), depois eu fui fazer uns telefonemas. Primeiro para a maternidade conforme tinha sido instruída a fazer se entrasse em trabalho de parto antes da data da cesariana, para que pudessem mobilizar a equipa para uma cesariana de emergência. Depois para o meu obstetra, que me tinha avisado que aos fins de semana estava sempre fora de Lisboa e precisava do máximo aviso prévio para chegar a tempo. Depois para a minha mãe, que estava a fazer arroz doce para o almoço do Dia do Pai que estava marcado. Depois para a minha sogra, para a avisar que o almoço do Dia do Pai teria de ser no hospital. Depois reuni os últimos exames e pu-los ao pé da mala há muito preparada, repreparada, mexida e remexida, cheia de roupinhas cor de rosa e botinhas tricotadas com amor e sonhos e princípios.
O que fez o Dono no entretanto? Passeou os cães, claro.
Bom, e também forrou o banco do carro com sacos do lixo. Porque nunca conheci ninguém tão calmo em momentos de stress, e tão prático... e tão cocózinho com o carro. E porque no curso pré-parto nos tinham dito que o líquido amniótico cheirava a esperma (mas eu acho que cheira a lixívia).
E depois demos umas festinhas aos cães e fomos conhecer a Danoninha.
O Dono conduziu que nem um doido, até porque as contrações entretanto começaram, em força e pouco espaçadas, do género "vou ter a bebé mesmo aqui". Eu morria de vergonha pelas manobras que ele fazia e punha-me a fazer aquelas respirações do parto na esperança que as pessoas nos outros carros percebessem que não éramos doidos, éramos apenas grávidos em trabalho de parto.
Soube depois que os meus pais e os meus sogros também fizeram algumas manobras pouco recomendáveis, mas avós que se prezam estão na sala de espera histéricos, não é verdade?
Do parto propriamente dito só tenho boas recordações. O anestesista tinha uma toca com pegadas de animais, o que imediatamente me fez desatar a falar sobre os cães. Depois ele pôs música clássica, o que me imediatamente me fez refilar, até que ele pôs Muse. Sim, a Danoninha nasceu ao som de Muse.
Eu falei sobre TUDO o tempo TODO.
Escusado será dizer que, numa maternidade pequenina onde só havia mais 2 ou 3 grávidas penso eu, no dia seguinte já toda a gente sabia quem eu era. Era a tagarela, com a filhota de lindos casacos tricotados à mão e muitas visitas enfiadas no quarto.
Nos dias em que fiquei internada na maternidade, o Dono nunca ficou lá connosco para que os cães não ficassem sozinhos e os seus horários de passeio e alimentação fossem alterados ao mínimo. Todos os dias quando se ia embora o Dono levava peças de roupa sujas da bebé para dar-lhes a cheirar e depois espalhar pela casa para criar habituação, tal como nos tinham aconselhado.
E sim, deve ter-lhe custado imenso não poder lá ficar connosco. E sim, a Emma substituiu-me na cama.
Fomos para casa no dia 22, o Dono levava a Danoninha no ovo e eu entrei primeiro e os cães fizeram-me uma grande festa. Depois pousámos o ovo e deixámos que eles conhecessem a minúscula bebé à maneira deles. O Sushi nunca ligou nem stressou muito, e formulámos a teoria de que na vida anterior dele (a vida que teve antes de ser nosso e da qual nada sabemos) já tinha convivido com crianças. A Emma ficava agitada com o choro, vinha-nos chamar, quase que revistava as visitas que chegavam. Fiéis a si próprios, portanto.
Passaram-se dois anos e a Danoninha tem crescido linda, esperta e saudável. Pergunta pelos cães, faz-lhes festinhas, refila com eles. No mundo dela nem sequer se concebe outra realidade que não a de ter dois monstrengos a coabitar com ela e a mamã e o papá. Eles fazem parte do dia a dia, das coisas que lhe ensinamos, dos valores, responsabilidades, enfim... da vida em família.
Ter filhos e cães não é nenhum drama. Exige alguma ginástica, para conciliar horários, passeios, atenção, limpeza, brinquedos. Mas não é nenhum drama. É, aliás, muito muito muito muito FIXE!
17/03/13
As coisas tolas de que gostamos uns nos outros - Emma
coisas tolas de que gosto na Emma:
as pestanas loiras
o "ronronar" quando lhe coçamos os quadris
a beijoquice
a maneira escarrapachada como se senta, apesar de ser por causa da displasia...
as posições em que dorme
o facto de ser só uma mas encher tanto a casa
as pestanas loiras
o "ronronar" quando lhe coçamos os quadris
a beijoquice
a maneira escarrapachada como se senta, apesar de ser por causa da displasia...
as posições em que dorme
o facto de ser só uma mas encher tanto a casa
08/03/13
O preferido
Já me têm perguntado se a Danoninha demonstra preferência por um dos cães. Talvez pelo Sushi. Ou então pela Emma. Não sei. Ela pergunta igualmente pelos dois e quando faz festinhas a um vai também fazer ao outro - faz o mesmo em relação aos beijinhos, se me dá a mim vai logo dar também ao pai, é uma querida. É certo que refila mais com a Emma (porque o Sushi não lhe dá motivos para isso) e aprendeu a dizer o nome da Emma primeiro (deve ser por tanto nos ouvir a gritar com ela) mas é também é com a Emma que ela brinca mais. Portanto... Não sei.
04/03/13
Saudades
A Danoninha é muito dorminhoca (como o papá e a mamã e a Emma e o Sushi hehehe). Sempre teve os ciclos de sono a bater certo com o dia/noite, sempre dormiu a noite toda, ao fim de semana até dorme um pouco mais, dormiu 2 sestas de 2 horas cada até fazer 1 ano, agora dorme só uma sesta mas sempre de 2 horas também, enfim... é uma dorminhoca, bendita seja.
A questão é que ela só gosta de dormir na cama dela. Contam-se pelos dedos as vezes em que dormiu no carrinho durante um passeio, nunca dormiria uma sestinha em casa de mais ninguém (a não ser dos avós, mas mesmo assim...) e isso significa que estamos "condenados" a ficar por casa nas tardes de fim de semana para ela dormir a sesta.
Ora ontem estávamos a almoçar em casa dos meus pais e ela já estava podre de sono e até nos daria jeito que dormisse a sesta lá porque aproveitávamos para irmos os dois fazer umas compras, mas qual quê? Ela insistia em ir para casa.
Dizia que tinha sono. Mas que queria ir para casa. Porquê? Queria os cães. Ohhhh... Derreti. E lá fomos nós para casa. Para ao pé dos cães.
A questão é que ela só gosta de dormir na cama dela. Contam-se pelos dedos as vezes em que dormiu no carrinho durante um passeio, nunca dormiria uma sestinha em casa de mais ninguém (a não ser dos avós, mas mesmo assim...) e isso significa que estamos "condenados" a ficar por casa nas tardes de fim de semana para ela dormir a sesta.
Ora ontem estávamos a almoçar em casa dos meus pais e ela já estava podre de sono e até nos daria jeito que dormisse a sesta lá porque aproveitávamos para irmos os dois fazer umas compras, mas qual quê? Ela insistia em ir para casa.
Dizia que tinha sono. Mas que queria ir para casa. Porquê? Queria os cães. Ohhhh... Derreti. E lá fomos nós para casa. Para ao pé dos cães.
01/03/13
Danoninha in charge
A Danoninha já sabe dizer:
"Sai, Emma!" - quando quer passar
"Para a cama, Emma!" - quando está a comer
"Nãooo!" - quando não quer beijinhos
(Nunca a ouvimos refilar com o Sushi... porque será?)
"Sai, Emma!" - quando quer passar
"Para a cama, Emma!" - quando está a comer
"Nãooo!" - quando não quer beijinhos
(Nunca a ouvimos refilar com o Sushi... porque será?)
20/02/13
Bingo
Confirma-se que a incontinência da Emma é mesmo só porcãolhice porque desde que tem a bendita da manta na cama nunca mais fez disparates (nem sequer no chão da cozinha, que é o cenário mais habitual, quase numa base diária, quando regressamos a casa).
Raio da cadela... O que eu pouparia em lixívia se tivesse um stock de mantas para nunca ter de as lavar...
Raio da cadela... O que eu pouparia em lixívia se tivesse um stock de mantas para nunca ter de as lavar...
14/02/13
ooops! SHE did it again!
Ainda o nosso edredão A não voltou da lavandaria e... eis que a menina dona Emma decidiu pregar-nos uma partida de Carnaval e repetir a gracinha, desta vez no seu estado sólido (nem cheguei a perceber por onde saiu "aquilo"). Na nossa cama. Sim. Na nossa cama. Sim. Outra vez.
Pausa para dizer asneiras.
Ok, limpa-se como se pode, põe-se tudo para lavar de imediato, espera-se que o colchão seque até ser hora de fazer a cama de lavado e ir dormir, blablabla
E encontrar uma lavandaria aberta para pôr o edredão B em pleno pseudo-feriado de Carnaval??? Tentei três! E só no dia seguinte é que tive sorte. Aliás, muita sorte, porque esta é mais barata do que a outra. Pelo edredão A com chichi pagámos 23,10 euros e pelo edredão B com cocó/vómito/ambos pagámos 14 euros. Por muito que poupar 9 euros nos faça sentir inteligentes, a verdade é que gastámos 37 euros (sem contar com água, luz, detergente e mão de obra, sobretudo na parte de passar a ferro as capas de edredão) com este duplo ataque de porcãolhite.
O Dono anda passadíssimo com a Emma, eu não ando menos mas... pronto, sou mais coração de manteiga e ando sempre "não lhe batas, não digas asneiras, não grites" e "olha que assustas a miúda, olha que a miúda fica traumatizada e depois não larga as fraldas" e coisas do género.
A minha teoria é que isto foi tudo porque deitámos as mantas das camas fora, ao fim de 5 anos de sucessivas tentativas de ressuscitar a cor original, e só ontem é que chegaram as novas. Ah, sim, já me estava a esquecer que também gastámos um dinheirão aí. Bom, pode ser que agora atine, pelo menos hoje de manhã a cozinha estava tão imaculada quanto ontem à noite.
Noutros tempos, teria primeiro comprado as novas mantas, só depois deitaria aquelas fora. Ou não me teria esquecido durante vários dias de procurar e encomendar as mantas. Mas bolas não é como se eu não tivesse lá posto umas toalhas no entretanto e até as fui trocando para não estarem sujas. O Sushi não reclamou, por que raios haveria a Emma de se armar assim em parva??? Esta cadela leva-nos à loucura. E a sorte dela é precisamente sermos loucos (por ela), porque infelizmente o que não falta aí é cães com outra "sorte" por muito menos.
Pausa para dizer asneiras.
Ok, limpa-se como se pode, põe-se tudo para lavar de imediato, espera-se que o colchão seque até ser hora de fazer a cama de lavado e ir dormir, blablabla
E encontrar uma lavandaria aberta para pôr o edredão B em pleno pseudo-feriado de Carnaval??? Tentei três! E só no dia seguinte é que tive sorte. Aliás, muita sorte, porque esta é mais barata do que a outra. Pelo edredão A com chichi pagámos 23,10 euros e pelo edredão B com cocó/vómito/ambos pagámos 14 euros. Por muito que poupar 9 euros nos faça sentir inteligentes, a verdade é que gastámos 37 euros (sem contar com água, luz, detergente e mão de obra, sobretudo na parte de passar a ferro as capas de edredão) com este duplo ataque de porcãolhite.
O Dono anda passadíssimo com a Emma, eu não ando menos mas... pronto, sou mais coração de manteiga e ando sempre "não lhe batas, não digas asneiras, não grites" e "olha que assustas a miúda, olha que a miúda fica traumatizada e depois não larga as fraldas" e coisas do género.
A minha teoria é que isto foi tudo porque deitámos as mantas das camas fora, ao fim de 5 anos de sucessivas tentativas de ressuscitar a cor original, e só ontem é que chegaram as novas. Ah, sim, já me estava a esquecer que também gastámos um dinheirão aí. Bom, pode ser que agora atine, pelo menos hoje de manhã a cozinha estava tão imaculada quanto ontem à noite.
Noutros tempos, teria primeiro comprado as novas mantas, só depois deitaria aquelas fora. Ou não me teria esquecido durante vários dias de procurar e encomendar as mantas. Mas bolas não é como se eu não tivesse lá posto umas toalhas no entretanto e até as fui trocando para não estarem sujas. O Sushi não reclamou, por que raios haveria a Emma de se armar assim em parva??? Esta cadela leva-nos à loucura. E a sorte dela é precisamente sermos loucos (por ela), porque infelizmente o que não falta aí é cães com outra "sorte" por muito menos.
07/02/13
Desfralde
A Danoninha fará 2 anos (JÁ??!!!) no início da primavera e supostamente iremos entrar na fase de lhe tirar as fraldas - digo "supostamente" porque não há calendário no mundo que me convença se eu não achar que ela está preparada, mas começa a apresentar sinais de estar perto disso portanto vamos lá a ver.
Mas se por um lado existe a possibilidade de a minha filha alcançar uma meta de desenvolvimento tão importante (e que representa uma igualmente importante poupança para nós), o mesmo não se pode dizer... da minha cadela.
Pois não é que a GAJA, só para não dizer pior, decidiu que lhe apetecia chamar à atenção, ou vingar-se de alguma coisa que desconheço que lhe tenhamos feito, ou seja lá que for o motivo, e... fez xixi na nossa cama? Sim, na nossa cama.
Ele foi capa do edredão, edredão, lençol polar de cima, lençol polar de baixo, resguardo do colchão e, para mal dos meus pecados, colchão também. NADA escapou. Ora toca de pôr tudo para lavar, toca de esfregar as manchas no colchão, toca de virar o colchão para o outro lado porque nunca mais enxugava, toca de fazer a cama de lavado e depois quem é que dizia que "toca a dormir"? Estava tão furiosa com ela que nem vos digo!
Tudo isto feito no máximo silêncio, pois claro, porque a Danoninha dormia no quarto ao lado e até com o bater das asas de uma mosca ela acorda.
Mas se por um lado existe a possibilidade de a minha filha alcançar uma meta de desenvolvimento tão importante (e que representa uma igualmente importante poupança para nós), o mesmo não se pode dizer... da minha cadela.
Pois não é que a GAJA, só para não dizer pior, decidiu que lhe apetecia chamar à atenção, ou vingar-se de alguma coisa que desconheço que lhe tenhamos feito, ou seja lá que for o motivo, e... fez xixi na nossa cama? Sim, na nossa cama.
Ele foi capa do edredão, edredão, lençol polar de cima, lençol polar de baixo, resguardo do colchão e, para mal dos meus pecados, colchão também. NADA escapou. Ora toca de pôr tudo para lavar, toca de esfregar as manchas no colchão, toca de virar o colchão para o outro lado porque nunca mais enxugava, toca de fazer a cama de lavado e depois quem é que dizia que "toca a dormir"? Estava tão furiosa com ela que nem vos digo!
Tudo isto feito no máximo silêncio, pois claro, porque a Danoninha dormia no quarto ao lado e até com o bater das asas de uma mosca ela acorda.
05/02/13
Sinais dos tempos
Reparo em imensos paralelismos entre quando tive a Emma (e depois o Sushi) e agora desde que a Danoninha nasceu.
Dantes as pessoas perguntavam-me pelos cães, agora perguntam pela miúda (o meu ex-chefe ainda me pergunta muitas vezes pelos cães hehehe)
Dantes não me calava sobre os cães, agora passo a vida a gabar a última façanha da miúda.
Dantes corria para casa porque tinha de os passear, agora vou a morrer de saudades da miúda.
Não é que já não goste dos monstrengos como dantes, nada poderia estar mais longe da verdade. Mas muita coisa mudou desde que falava com as plantas (para quem não sabe, antes de aparecer a Emma eu falava com as plantas, depois elas morreram porque eu chegava a casa e ficava tão chateada com a sujeirada que ela fazia que até me esquecia de regá-las).
E da mesma forma que no início achava que nunca amaria outro animal como amo a Emma, e não queria ter mais nenhum, nem concebia a ideia de ter outro um dia que ela partisse, mas depois afinal senti um vazio que só ficou preenchido quando adotámos o Sushi (diz o Dono que já era o meu relógio biológico a apitar), agora também descobri este maravilhoso milagre da multiplicação - o meu coração é enorme e se a Danoninha ocupa um lugar gigante, o Dono também e os monstrengos também.
E uma coisa é certa: continuo a ter muito mais fotos deles no telemóvel do que dela hehehehehhehehe
Dantes as pessoas perguntavam-me pelos cães, agora perguntam pela miúda (o meu ex-chefe ainda me pergunta muitas vezes pelos cães hehehe)
Dantes não me calava sobre os cães, agora passo a vida a gabar a última façanha da miúda.
Dantes corria para casa porque tinha de os passear, agora vou a morrer de saudades da miúda.
Não é que já não goste dos monstrengos como dantes, nada poderia estar mais longe da verdade. Mas muita coisa mudou desde que falava com as plantas (para quem não sabe, antes de aparecer a Emma eu falava com as plantas, depois elas morreram porque eu chegava a casa e ficava tão chateada com a sujeirada que ela fazia que até me esquecia de regá-las).
E da mesma forma que no início achava que nunca amaria outro animal como amo a Emma, e não queria ter mais nenhum, nem concebia a ideia de ter outro um dia que ela partisse, mas depois afinal senti um vazio que só ficou preenchido quando adotámos o Sushi (diz o Dono que já era o meu relógio biológico a apitar), agora também descobri este maravilhoso milagre da multiplicação - o meu coração é enorme e se a Danoninha ocupa um lugar gigante, o Dono também e os monstrengos também.
E uma coisa é certa: continuo a ter muito mais fotos deles no telemóvel do que dela hehehehehhehehe
25/01/13
Juggling
Eu falo muito. Sou uma pessoa faladora, pronto. E poder-se-ia dizer que até bastante sobre a minha vida com as pessoas do meu dia-a-dia. As minhas colegas sabem o último stress que tive com a sogra, os meus pais sabem a última gracinha que a neta fez, a educadora dela na creche sabe os nossos planos para o fim de semana, os leitores deste blog (que tem estado tão ao abandono que já só devem restar meia dúzia) sabem os últimos disparates dos monstrengos - correção: da Emma, que o Sushi é um santo.
Mas não me agrada muito a ideia de que todas as pessoas da carruagem do comboio que apanho nos meus trajetos casa-emprego-casa saibam todas estas coisas, por isso evito falar ao telemóvel durante essas viagens.
Ora hoje calhou que a minha mãe me ligou. Tinha apanhado o comboio anterior ao meu, queria saber se esperava por mim na estação para me dar boleia para casa (visto que à 6ª feira os meus pais passam o final de tarde em minha casa com a Danoninha). Como não estava a chover disse que não era necessário, que mais valia irem andando para minha casa, para ficarem com a miúda e o Dono poder passear os cães o mais cedo possível, coitados. E depois tive de ligar ao maridão, a avisá-lo de que os meus pais iam a caminho, porque já estava a ficar tarde para os cães e assim ganhava-se tempo.
E foi assim que toda a gente à minha volta ficou a saber que uma das minhas maiores preocupações na correria diária é este malabarismo de haver sempre alguém que está em casa com a minha filha à hora do passeio dos meus filhos de 4 patas. Quando ela for mais velha, quando estiver bom tempo, quando os horários dela o permitirem, quando quando quando, tudo será mais simples. Mas por enquanto a rotina cá em casa é quase uma escala de aeroporto...
Mas não me agrada muito a ideia de que todas as pessoas da carruagem do comboio que apanho nos meus trajetos casa-emprego-casa saibam todas estas coisas, por isso evito falar ao telemóvel durante essas viagens.
Ora hoje calhou que a minha mãe me ligou. Tinha apanhado o comboio anterior ao meu, queria saber se esperava por mim na estação para me dar boleia para casa (visto que à 6ª feira os meus pais passam o final de tarde em minha casa com a Danoninha). Como não estava a chover disse que não era necessário, que mais valia irem andando para minha casa, para ficarem com a miúda e o Dono poder passear os cães o mais cedo possível, coitados. E depois tive de ligar ao maridão, a avisá-lo de que os meus pais iam a caminho, porque já estava a ficar tarde para os cães e assim ganhava-se tempo.
E foi assim que toda a gente à minha volta ficou a saber que uma das minhas maiores preocupações na correria diária é este malabarismo de haver sempre alguém que está em casa com a minha filha à hora do passeio dos meus filhos de 4 patas. Quando ela for mais velha, quando estiver bom tempo, quando os horários dela o permitirem, quando quando quando, tudo será mais simples. Mas por enquanto a rotina cá em casa é quase uma escala de aeroporto...
03/10/12
15/08/12
Felicidade
É ver a minha pipoca laroca a dar festinhas ao Sushi com o pano de limpar os meus óculos escuros, a querer besuntá-lo de creme como fazemos com ela, a trepar por cima do corpo dele quando está deitado no meio do caminho.
(A Emma é uma tola bruta que só tem a perder porque fica fora destes momentos.)
14/08/12
O terror do bairro
Tenho sido eu a passear os monstrengos de manhã, porque acordo cedo para ir para o trabalho e o Dono, que está de férias em casa com a Danoninha porque não tínhamos quem mais ficasse com ela, só precisa de acordar quando ela acorda - o que hoje significou dormir mais 3 horas do que eu. Invejaaa!
You know the drill: vou com a Emma, vinte minutos depois vou com o Sushi, vinte minutos depois vou direta para o banho toda suada. Vinte minutos depois saio de casa a cheirar bem e com as roupas pipis do trabalho.
Ontem tive de pegar na Emma ao colo e transportá-la assim a salvo de um campo minado de picos. Quem achou graça cortar as silvas de picos e não os apanhar não merecia o salário da câmara municipal que ajudo a pagar...
Hoje vi duas pessoas nitidamente fugirem de mim e do Sushi e optarem por dar uma volta maior só para não terem de passar por nós.
O que será que me espera amanhã? Resposta: UM FERIADO!!!
05/05/12
Um capítulo inteiro
Em alguns livros de puericultura o choro ocupa um capítulo inteiro. Nunca se vê nada sobre o choro dos cães... É que por muito que a Danoninha chore (e não é assim muito, só quando tem dores de dentes ou pesadelos) acho que a Emma chora muito mais. A cadela anda mesmo chatinha!
22/04/12
Ainda não refeitos do susto...
...lá fomos nós novamente em romaria para o veterinário com a Emma.
De repente, começou a ficar muito quieta (depois daqueles dias endiabrados até parece que nos estamos a queixar porque nunca estamos satisfeitos), mas é que era mesmo demasiado quieta. Na rua nunca puxava nem se afastava do Dono, não corria, não saltava para cima das pessoas (para nós nunca salta mas para a nossa empregada, que aquilo é uma adoração mútua, só visto), não vinha sequer receber-nos à porta. Estava sempre a sentar-se e uma vez a fazer marcha-atrás e a virar-se sobre ela própria ganiu.
Não sabíamos se era a displasia a dar sinais, se eram gases, por ter recomeçado a comer. Eu estava mais inclinada para a segunda hipótese, pois quando lhe mexíamos nas patas e fazíamos vários movimentos ela não se queixava. Mas... por outro lado... quando é que ela alguma vez se queixa?
Embora os sintomas fossem em tudo idênticos a quando o cão dos meus sogros teve gases, no vet acharam que era da displasia e receitaram analgésicos.
Claro que, só para nos fazer passar por mentirosos ou hipocondríacos ou sei lá, no vet ela saltou, abanou-se toda, enfim... Ninguém diria que ela tinha alguma coisa. Mas como eles sabem que quando ela estava no auge da gastriste também não parecia, acho que nos levaram a sério.
Não quero ser paranoica, mas acho que já tivemos sustos suficientes e despesas suficientes. A maldita da displasia que se vá embora e não volte tão cedo, que eu quero um pouco de sossego, sim?
14/04/12
Ou vai ou racha
Em casa a Emma come e comporta-se como se nada tivesse acontecido. Sobe para o sofá, tenta roubar comida do balcão da cozinha, faz xixi, sobe para a nossa cama, segue-me para a casa de banho, dorme sonecas ao sol na sala, enfim... a nossa Emma está de volta.
Ao longo desta semana, tivemos de dar-lhe comida especial, em quantiades mínimas, de 2 em 2 horas e levá-la ao hospital para receber as injeções a cada 12 horas. Mas aos poucos foram-lhe diminuido a medicação e dando indicações para aumentarmos a dose de comida e de água.
Hoje foi o primeiro dia a comer ração seca e era o teste final. Até agora, felizmente, não vomitou. E já só precisa de tomar um medicamento que podemos dar em casa.
POrtanto, voltaremos ao hospital sim mas só para pagar a conta.
Ah e continuaremos nos próximos tempos a passeá-la de açaime, pra ter a certeza de que não volta a comer nada pois o organismo dela não aguentaria outra brincadeira destas.
Agora ela tem a desculpa perfeita para pedinchar comida (perdeu 3,5 kg) e para fazer disparates porque andamos de coração mole como manteiga.
Mais uma vez obrigado a todos pela preocupação, pelas palavras de apoio e carinho, e sobretudo por compreenderem a nossa angústia. Só mesmo quem ama os animais compreende.
Ao longo desta semana, tivemos de dar-lhe comida especial, em quantiades mínimas, de 2 em 2 horas e levá-la ao hospital para receber as injeções a cada 12 horas. Mas aos poucos foram-lhe diminuido a medicação e dando indicações para aumentarmos a dose de comida e de água.
Hoje foi o primeiro dia a comer ração seca e era o teste final. Até agora, felizmente, não vomitou. E já só precisa de tomar um medicamento que podemos dar em casa.
POrtanto, voltaremos ao hospital sim mas só para pagar a conta.
Ah e continuaremos nos próximos tempos a passeá-la de açaime, pra ter a certeza de que não volta a comer nada pois o organismo dela não aguentaria outra brincadeira destas.
Agora ela tem a desculpa perfeita para pedinchar comida (perdeu 3,5 kg) e para fazer disparates porque andamos de coração mole como manteiga.
Mais uma vez obrigado a todos pela preocupação, pelas palavras de apoio e carinho, e sobretudo por compreenderem a nossa angústia. Só mesmo quem ama os animais compreende.
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