Sinceramente, acho que é importante fazermos uma boa acção por dia (pelo menos uma). Mas a de hoje é da autoria do Dono, não posso ficar com os louros.
Atão não é que hoje graças a ele há por aí um cachorrinho feliz com a sua nova família?
Uma colega do Dono andava a pensar em ter um cão, adoptado claro, e tinha preferência por um rodinhas baixas ainda cachorrito. Eu nem sequer sabia desta história, mas pelos vistos ela ontem foi à campanha de adopção do SOS Animal em Belém, porque o Dono lhe disse, mas os 3 cchorrinhos que lá estavam... já não lá estavam!
Então hoje à hora de almoço o Dono trouxe-a aqui à nossa zona, onde há uma loja de animais que em vez de vender dá animais, e meio dito meio feito, a rapariga escolheu um dos 7 cachorrinhos que lá estavam. (Segundo o Dono havia dois manos lindos cruzados de castro laboreiro com labrador, com umas patorras enormes, por isso não sei como é que foi só a rapariga a sair com um brinde lá da loja, a esta hora eu podia perfeitamente ter mais um filhote em casa, mas o Dono resistiu.)
Depois o Dono levou a colega e o novo amiguinho de volta ao emprego deles, onde não sei muito bem quem da família dela o foi buscar. Diz o Dono que na viagem de 20 minutos o cachorrinho conseguiu a proeza de mijar, cagar e vomitar no nosso carro LOL Nada que a Emma também não tivesse feito quando o Dono a trouxe cá para casa, mas a viagem dessa vez foi bem maior.
Qualquer um teria ficado chatedo (acho que a colega do Dono fartou-se de pedir desculpas, toda embaraçada) mas connosco estas coisas são na boa, porque temos uma capa impermeável que cobre todo o porta-bagagens e é a coisa mais fácil de lavar. No emprego do Dono estão a decorrer umas obras e havia um mangueira disponível, que ele usou para lavar a capa, já secou durante a tarde e já está de novo no porta-bagagens. "Problema" resolvido.
E foi assim que hoje já me babei toda de orgulho pelo maridão que tenho...
Uma cadela hiperactiva, um cão traumatizado, um Dono relaxado, uma Dona babada... e agora uma Danoninha sanguessuga. Enfim, uma família de doidos!
21/02/11
16/02/11
Procuro FAT ou FAD para duas gatinhas de rua super meiguinhas já esterilizadas
Encontram-se na zona de Cascais e são alimentadas por uma amiga minha que agora tem a polícia à perna por causa dos vizinhos maldosos. A situação está a tornar-se insustentável porque ela não quer parar de ajudar as bichaninhas, por isso o melhor mesmo é arranjar-lhes casa. Foi a minha amiga que patrocinou as esterilizações e não pode ficar com elas porque já tem vários gatos.
As gatas são super meiguinhas e não precisam de ser acolhidas/adoptadas em conjunto.
Se souberem de alguém disponível e interessado, avisem!
As gatas são super meiguinhas e não precisam de ser acolhidas/adoptadas em conjunto.
Se souberem de alguém disponível e interessado, avisem!
15/02/11
As notícias sobre a "minha" Leila não são boas (Li não leias este post)

A outra madrinha da Leila (visto que eu sou uma desnaturada) foi visitá-la este fim-de-semana ao hotel onde ela se encontra e veio de lá, como é mais que óbvio, com o coração pequenino por não a poder trazer.
A boa notícia é que a nossa menina continua igual a si própria: assim que a tiram da box, corre, corre, corre, corre... Vai fazer pirraça aos outros que estão presos e de vez em quando vem ao pé das pessoas para dar mimos, mas depois lá vai ela correr mais um bocado. A madrinha levou-lhe biscoitos e um brinquedo e claro que a Leilocas-larocas adorou.
Continua muito magrita apesar de comer bem. Já fez 3 testes à Leishmaniose e dá sempre negativo, portanto ninguém percebe porque é que ela não engorda.
Agora as más notícias. Desde que teve febre da carraça tem estado fraquinha e agora tem dois quistos - um em cada pata da frente - com mau aspecto e vai ter de ser operada porque a biópsia não acusou boa coisa. Só que por outro lado não pode ser operada enquanto não estiver mais forte.
E depois há que considerar a idade dela. Quando a conhecemos era jovem, mas o tempo foi passando e agora calculamos que tenha cerca de 8 anos. Quem é que a vai querer adoptar? Como sabemos, os cães séniores são sempre preteridos porque toda a gente quer é um cachorro. Além disso, a Leila precisa de ser filha única porque não se dá bem com outros animais (fruto de todos os traumas que já sofreu, pudera) e isso tem sido um entrave mais do que uma vez.
Eu que não a fui visitar chorei ao ver as fotos e saber as novidades, quanto mais se tivesse lá ido. Nunca derramei tantas lágrimas por um animal como por ela. Esta era a cadela que eu traria para casa se pudesse. "Se pudesse" não chega. Tem de haver mais alguma coisa que eu efectivamente possa fazer por ela. Por favor, ajudem-me a ajudar...
14/02/11
Amor
Já passa da meia-noite, por isso é oficialmente Dia dos Namorados. Nós por cá não ligamos muito a esta data, se trocamos prendas é algo simbóllico e fazemos questão de NÃO ir jantar fora (vamos sempre uns dias antes ou depois, para provar que de facto o Dia dos Namorados é qulquer dia).
Mas não deixa de ser engraçado que tenha feito login precisamente com a intenção de escrever sobre o amor, e afinal até é um tópico adequado à data.
Acredito que o amor está na origem de praticamente tudo o que fazemos na vida e também acredito que nos maus momentos há sempre uma lição para aprender. No meu caso, os maus momentos de que me consigo lembrar ensinaram-me sempre algo sobre o amor.
Sinto-me mais rodeada de amor agora do que nunca. Primeiro porque estou grávida e nõ consigo evitar pensar que é um milagre absolutamente maravilhoso. Mas esse momento que devia ser só maravilhoso, também tem sido muito difícil. Estou há cinco meses numa cama e sei que tenho o melhor marido do mundo, que cuida de mim no sentido físico da coisa mas também me mantém animada e focada no que é importante. E ainda hoje a minha mãe passou a tarde a tricotar à minha cabeceira para me fazer companhia e sei que independentemente de não termos uma relação perfeita ela é a melhor mãe que consegue ser, o que automaticamente faz dela a melhor mãe que eu posso pedir.
E depois há os meus cães, claro. Que simplesmente não querem saber se eu estou na cama ou não, se o pijama é praticamente o meu uniforme, se me custa imenso cortar as unhas dos pés ou se tenho os braços doridos de tirar sangue para fazer análises a tudo e mais alguma coisa. Eles vêm ter comigo para que lhes dê mimo, a Emma traz a bola para que eu a atire e tem cuidado em nunca me magoar (é como se soubesse, a sério). Eles pedem pouco e em troca dão tanto. Fazem-me rir, fazem-me sentir a pessoa mais importante do mundo, dão-me beijinhos, enfim... Vocês sabem do que é que estou a falar.
Os meus cães tornaram-nos uma família, muito antes de a Danoninha ser sequer uma possibilidade, um sonho, um projecto. E agora ela é cada vez mais real (falta mesmo muito pouco). Mas embora toda a gente me diga que tudo vai mudar, uma coisa vai permanecer igual: enquanto eles forem vivos, serão sempre parte da família. Simplesmente vamos ser uma família maior.
Mas não deixa de ser engraçado que tenha feito login precisamente com a intenção de escrever sobre o amor, e afinal até é um tópico adequado à data.
Acredito que o amor está na origem de praticamente tudo o que fazemos na vida e também acredito que nos maus momentos há sempre uma lição para aprender. No meu caso, os maus momentos de que me consigo lembrar ensinaram-me sempre algo sobre o amor.
Sinto-me mais rodeada de amor agora do que nunca. Primeiro porque estou grávida e nõ consigo evitar pensar que é um milagre absolutamente maravilhoso. Mas esse momento que devia ser só maravilhoso, também tem sido muito difícil. Estou há cinco meses numa cama e sei que tenho o melhor marido do mundo, que cuida de mim no sentido físico da coisa mas também me mantém animada e focada no que é importante. E ainda hoje a minha mãe passou a tarde a tricotar à minha cabeceira para me fazer companhia e sei que independentemente de não termos uma relação perfeita ela é a melhor mãe que consegue ser, o que automaticamente faz dela a melhor mãe que eu posso pedir.
E depois há os meus cães, claro. Que simplesmente não querem saber se eu estou na cama ou não, se o pijama é praticamente o meu uniforme, se me custa imenso cortar as unhas dos pés ou se tenho os braços doridos de tirar sangue para fazer análises a tudo e mais alguma coisa. Eles vêm ter comigo para que lhes dê mimo, a Emma traz a bola para que eu a atire e tem cuidado em nunca me magoar (é como se soubesse, a sério). Eles pedem pouco e em troca dão tanto. Fazem-me rir, fazem-me sentir a pessoa mais importante do mundo, dão-me beijinhos, enfim... Vocês sabem do que é que estou a falar.
Os meus cães tornaram-nos uma família, muito antes de a Danoninha ser sequer uma possibilidade, um sonho, um projecto. E agora ela é cada vez mais real (falta mesmo muito pouco). Mas embora toda a gente me diga que tudo vai mudar, uma coisa vai permanecer igual: enquanto eles forem vivos, serão sempre parte da família. Simplesmente vamos ser uma família maior.
11/02/11
Elementar, meu caro Watson!
Facto: como de costume, a empregada pôs a cama da Emma dentro da cama do Sushi (ambas com as respectivas mantas) e equilibrou-as no parapeito da janela e no estendal da roupa enquanto limpava o chão da cozinha.
Facto: ao serão, enquanto o Sushi dormia na cama dele, a Emma andava desassosegada pela casa, vinha ter connosco, choramingava, ia dormir para o móvel do hall... Nenhuma de nós percebia bem o que ela queria.
Facto: ocorreu-me que algo de errado se passava com a cama dela, para ela não ir para lá. O Dono foi dar com os brinquedos debaixo da manta, o que tornava impossível que ela se deitasse de forma confortável.
Facto: mesmo depois de os brinquedos terem sido removidos da equação, a Emma continuava com o mesmo comportamento estranho.
Facto: a manta dela estava molhada por causa da chuva que caiu durante o período de tempo em que se verificou o Facto nº 1 e o Dono não tinha reparado nisso quando tinha resolvido o problema referido no Facto nº 3. O que nos leva ao Facto nº 6...
Facto: o Dono teve um novo têtê-a-têtê com o meu secador para ver se a manta da Emma enxugava e ela podia ir dormir na caminha dela feliz da vida (no entretanto improvisámos uma manta com uma das toalhas de lhes limpar as patas nos dias de chuva). E isso leva-nos ao Facto nº 7...
Facto: devíamos mesmo comprar mais uma manta a cada um e, literalmente, save it for a rainy day.
Facto: ao serão, enquanto o Sushi dormia na cama dele, a Emma andava desassosegada pela casa, vinha ter connosco, choramingava, ia dormir para o móvel do hall... Nenhuma de nós percebia bem o que ela queria.
Facto: ocorreu-me que algo de errado se passava com a cama dela, para ela não ir para lá. O Dono foi dar com os brinquedos debaixo da manta, o que tornava impossível que ela se deitasse de forma confortável.
Facto: mesmo depois de os brinquedos terem sido removidos da equação, a Emma continuava com o mesmo comportamento estranho.
Facto: a manta dela estava molhada por causa da chuva que caiu durante o período de tempo em que se verificou o Facto nº 1 e o Dono não tinha reparado nisso quando tinha resolvido o problema referido no Facto nº 3. O que nos leva ao Facto nº 6...
Facto: o Dono teve um novo têtê-a-têtê com o meu secador para ver se a manta da Emma enxugava e ela podia ir dormir na caminha dela feliz da vida (no entretanto improvisámos uma manta com uma das toalhas de lhes limpar as patas nos dias de chuva). E isso leva-nos ao Facto nº 7...
Facto: devíamos mesmo comprar mais uma manta a cada um e, literalmente, save it for a rainy day.
De pequenino é que se torce o pepino
Dizem que um dos maiores erros dos pais é quererem que os filhos sejam o seu espelho e que vivam a vida que nós por algum motivo não pudemos viver (tipo ser médico e isso assim). Eu vou tentar não fazer (muito) isso, porque foi o que a minha mãe me fez - ela ainda não perdeu a esperança que eu comece a vestir-me como ela.
Mas numa coisa faço questão que a Danoninha seja igual a nós: que goste de animais. E acho que tenho tudo a meu favor. Ora vejamos:
- vai ter pais que gostam de animais
- vai ter dois "póneis" em casa
- o quarto dela está decorado com borboletas
- quase todas as roupas dela têm animais (desde pantufas com coelhos e outras com leões, a casacos com caracóis, a vestidos com peixinhos, a bodies com joaninhas, a babygrows com ursinhos...)
- e se eu for bem sucedida nesta minha missão incubadora para evitar que ela nasça antes de tempo (o que me condicionaria a escolha do hospital), ela poderá nascer a 500m do Jardim Zoológico (não que eu goste particularmente de zoos, mas a menos que me saía o euromilhões e possamos fazer um safari em África, será o mais perto que a miúda vai chegar dos elefantes and such).
- já para não falar que assim que eu puder tenciono levá-la às campanhas do SOS Animal
- e até o signo dela vai ser um animal (ou Peixes ou Carneiro).
Portanto, acho que posso dormir descansada.
Mas numa coisa faço questão que a Danoninha seja igual a nós: que goste de animais. E acho que tenho tudo a meu favor. Ora vejamos:
- vai ter pais que gostam de animais
- vai ter dois "póneis" em casa
- o quarto dela está decorado com borboletas
- quase todas as roupas dela têm animais (desde pantufas com coelhos e outras com leões, a casacos com caracóis, a vestidos com peixinhos, a bodies com joaninhas, a babygrows com ursinhos...)
- e se eu for bem sucedida nesta minha missão incubadora para evitar que ela nasça antes de tempo (o que me condicionaria a escolha do hospital), ela poderá nascer a 500m do Jardim Zoológico (não que eu goste particularmente de zoos, mas a menos que me saía o euromilhões e possamos fazer um safari em África, será o mais perto que a miúda vai chegar dos elefantes and such).
- já para não falar que assim que eu puder tenciono levá-la às campanhas do SOS Animal
- e até o signo dela vai ser um animal (ou Peixes ou Carneiro).
Portanto, acho que posso dormir descansada.
10/02/11
Antrax?
A minha medicação para controlar as contracções consiste numa carteirinha que se dissolve na água, tipo aspergic, e tenho de a tomar ao pequeno-almoço, lanche e ceia. Hoje de manhã, cheia de sono, resmungona e pitosga até mais não, quando me preparava para tomar o remédio aconteceu uma desgraça. A Emma devia pensar que aquilo era Antrax ou coisa assim e decidiu entornar o copo. Era água pelo chão, pela mesa de cabeceira, enfim... E depois eu comecei a desviar tudo para que o Dono pudesse limpar e peguei no copo, que eu pensava estar vazio, mas não estava, e acabei por entornar o resto em cima da cama. Parecia que tinha feito xixi na cama, só vos digo. Felizmente, o Dono estava de saída para o trabalho e eu pude ir dormir para o lado da cama que lhe pertence. E só voltei para o meu lado à noite, portanto foi um dia diferente... como se tivesse feito turismo "vá pra fora cá dentro"!
08/02/11
Adenda
O Dono lavou novamente a manta do Sushi, mas como não secou durante o dia de ontem e hoje já vinha aí a chuva (não há ninguém tão bem informado sobre o estado do tempo como os donos de cães) ele deu-se ao trabalho de a secar com o meu secador de cabelo. Só cá em casa...
Escusado será dizer que mal a pousou na cama do Sushi nem teve tempo de piscar os olhos porque o cão já lá estava. E de lá não tem saído.
É tão fácil fazê-los felizes...
Escusado será dizer que mal a pousou na cama do Sushi nem teve tempo de piscar os olhos porque o cão já lá estava. E de lá não tem saído.
É tão fácil fazê-los felizes...
07/02/11
Um tema recorrente
Muito queridos são os meus cães. Como sabem que já só falta um mês para começar a mudar fraldas, decidiram intensificar o meu estágio no capítulo dos maus cheiros e eliminação de resíduos. Estou a falar de... vómitos, como não podia deixar de ser.
As camas deles são de plástico mas eles só lá dormem se as respectivas mantinhas estiverem lá. Ora, as ditas mantinhas, que são todas XPTO absorventes e respiráveis e anti-alergénicas e sei lá mais o quê, chegam ao ponto de tresandar, porque eles ficam inconsoláveis quando não as têm e andamos sempre a adiar pô-las a lavar. Mas aproveitando o bom tempo dos últimos dias, o Dono não teve contemplações. Não satisfeito com uma só lavagem, decidiu fazer uma segunda lavagem (desde que estou de cama ele tem o monopólio do detergente da roupa e não há nada a fazer quando se tem um homem exagerado em casa). E ainda não satisfeito com isso, quando já estavam secas, decidiu aspirar as mantas. Nunca elas tinham estado tão limpinhas...
E na manhã seguinte o Sushi tinha vomitado na dele. É a segunda vez que ele vomita na cama, nem sequer se dá ao trabalho de se levantar (enfim, a Emma também vomitou na nossa cama porque não se deu ao trabalho de procurar um sítio mais conveniente).
conclusão: hoje de manhã muito se praguejou nesta casa e por uma vez não era culpa dos xixis e cocós da menina Emma durante a noite. O cão também não podia ser um santo, né?
As camas deles são de plástico mas eles só lá dormem se as respectivas mantinhas estiverem lá. Ora, as ditas mantinhas, que são todas XPTO absorventes e respiráveis e anti-alergénicas e sei lá mais o quê, chegam ao ponto de tresandar, porque eles ficam inconsoláveis quando não as têm e andamos sempre a adiar pô-las a lavar. Mas aproveitando o bom tempo dos últimos dias, o Dono não teve contemplações. Não satisfeito com uma só lavagem, decidiu fazer uma segunda lavagem (desde que estou de cama ele tem o monopólio do detergente da roupa e não há nada a fazer quando se tem um homem exagerado em casa). E ainda não satisfeito com isso, quando já estavam secas, decidiu aspirar as mantas. Nunca elas tinham estado tão limpinhas...
E na manhã seguinte o Sushi tinha vomitado na dele. É a segunda vez que ele vomita na cama, nem sequer se dá ao trabalho de se levantar (enfim, a Emma também vomitou na nossa cama porque não se deu ao trabalho de procurar um sítio mais conveniente).
conclusão: hoje de manhã muito se praguejou nesta casa e por uma vez não era culpa dos xixis e cocós da menina Emma durante a noite. O cão também não podia ser um santo, né?
02/02/11
Mesmo a calhar...
A Emma vomitou em cima da nossa cama. Oh que bom! Ainda há duas semanas o Dono entornou sumo em cima da cama e tivemos de pôr o edredão na lavandaria, agora já lá foi parar outra vez. Como a crise em que andamos e nós a largamos 20 e tal euros de cada vez.
Foi uma aventura. Eu estava sozinha em casa, de repente o meu pouso habitual todo sujo, um cheiro que não se podia, lá limpei como pude (basicamente a muito custo), pus a capa para lavar, o edredão à janela para arejar e a janela escancarada para arejar o quarto. E depois peguei na minha nova manta polar com mangas (a minha prenda preferida neste Natal) e fui para o sofá da sala.
Quando o Dono chegou vinha mal humorado e eu tive de lhe dar a notícia. Ainda ficou pior, como devem imaginar. Como se não bastasse, enquanto ele fazia a cama de lavado para eu poder voltar para o quarto, a menina Emma decidiu que não aguentava mais o xixi - sendo que hoje o passeio da manhã foi 3h mais tarde do que o habitual - e começou a largar poças pela casa.
Só vos digo: ainda bem que o Benfica está a ganhar ao Porto, senão acho que o Dono hoje explodia...
Foi uma aventura. Eu estava sozinha em casa, de repente o meu pouso habitual todo sujo, um cheiro que não se podia, lá limpei como pude (basicamente a muito custo), pus a capa para lavar, o edredão à janela para arejar e a janela escancarada para arejar o quarto. E depois peguei na minha nova manta polar com mangas (a minha prenda preferida neste Natal) e fui para o sofá da sala.
Quando o Dono chegou vinha mal humorado e eu tive de lhe dar a notícia. Ainda ficou pior, como devem imaginar. Como se não bastasse, enquanto ele fazia a cama de lavado para eu poder voltar para o quarto, a menina Emma decidiu que não aguentava mais o xixi - sendo que hoje o passeio da manhã foi 3h mais tarde do que o habitual - e começou a largar poças pela casa.
Só vos digo: ainda bem que o Benfica está a ganhar ao Porto, senão acho que o Dono hoje explodia...
31/01/11
Querido, mudei a casa!

Foi um fim de semana dedicado à decoração. O Dono e os quatro avós da Danoninha estiveram a mudar as mobílias dela para os seus sítios definitivos, a pendurar os cortinados, a montar o carrinho e a cadeira de papa e o cadeirão para amamentação... Enfim, um rebuliço! E a dada altura, quando o dito cadeirão já estava montado, eu levantei-me da cama e juntei-me à festa, numa de dar instruções, claro, visto que era a única contribuição que podia fazer. Custou um bocado, confesso, porque passei o tempo todo a desejar ter condições para ser eu a fazer tudo aquilo, mas a minha função é incubar LOL e depende de mim garantir que em breve aquele quarto vai de facto ser ocupado por uma bebé saudável e feliz, portanto na realidade eu tenho o cargo mais importante.
A melhor parte do fim de semana foi terminar os últimos retoques já só eu e o Dono e perdemos a conta às vezes que dissemos: "Ficou tão giro!".
Mas a parte mais cómica foi outra, para variar protagonizada pelos monstrengos: enquanto eu e o Dono estivemos no quartinho eles fizeram-nos companhia (o Sushi usou as minhas pantufas como almofada e a Emma exigiu festas) e apesar de terem cheirado as novas adições não se mostraram particularmente interessados e depressa decidiram que nas caminhas deles é que se estava bem. Mesmo assim, a minha mãe andou a recolher bocados dos plásticos que iam sobrando, dizia ela que era para forrar os pés dos móveis e evitar que os cães os roessem. Que ingénua que a minha mãe é! Tive de explicar-lhe que os cães agora já não roem nada, isso foi há uns anos atrás, e que se por acaso lhes desse na veneta roerem alguma coisa não seriam aqueles plásticos que iriam impedi-los. De cada vez que me lembro que a Emma roeu o funil e depois comeu as ligaduras e o algodão quando foi esterilizada... Não há mesmo plástico no mundo que constituisse um desafio à altura! hehehehe
29/01/11
Essa doeu!
O Dono cortou-se numa mão com a trela do Sushi.
Erro de principiante, diriam vocês, se não soubessem já que, a uma média de mil passeios por ano, não é mesmo nada o caso.
Acontece que a trela extensível dos nossos monstrengos parece uma fita de estore e mede 8 metros. O Sushi estava no máximo desta extensão quando apareceu um outro cão (segundo as palavras do Dono: "no nosso território") e o Sushi passou pelo Dono a correr para ir fazer sabe-se lá o quê ao invasor. Como a trela não estava a encolher com rapidez suficiente, o instinto foi... deitar-lhe a mão. Auch, deve ter doído mesmo! E no entanto pelos vistos o nosso cão não fica assim tão cego surdo e mudo quando vê outro, porque o Dono acabou por lhe dar um berro e o Sushi obedeceu. Se calhar o probrezito tem mais fama que proveito e devíamos dar-lhe mais vezes o benefício da dúvida. Ou não. Não tencionamos propriamente dedicar-nos ao negócio dos hamburgueres...
Erro de principiante, diriam vocês, se não soubessem já que, a uma média de mil passeios por ano, não é mesmo nada o caso.
Acontece que a trela extensível dos nossos monstrengos parece uma fita de estore e mede 8 metros. O Sushi estava no máximo desta extensão quando apareceu um outro cão (segundo as palavras do Dono: "no nosso território") e o Sushi passou pelo Dono a correr para ir fazer sabe-se lá o quê ao invasor. Como a trela não estava a encolher com rapidez suficiente, o instinto foi... deitar-lhe a mão. Auch, deve ter doído mesmo! E no entanto pelos vistos o nosso cão não fica assim tão cego surdo e mudo quando vê outro, porque o Dono acabou por lhe dar um berro e o Sushi obedeceu. Se calhar o probrezito tem mais fama que proveito e devíamos dar-lhe mais vezes o benefício da dúvida. Ou não. Não tencionamos propriamente dedicar-nos ao negócio dos hamburgueres...
27/01/11
Farta, fartinha, FARTÍSSIMA
Das discussões com a família por causa dos cães.
Quando é que as pessoas vão perceber de uma vez por todas que a Emma e o Sushi fazem parte da NOSSA família, que cá em casa agora somos 5, que só porque vem uma bebé a caminho é impensável livrarmo-nos deles? Quando?
Se a preocupação é com a segurança da bebé, eu sou a pessoa que mais se preocupa com isso - estou numa cama há cinco meses para garantir que ela nasça, hello? não é porque me apetece. Portanto, preocuparem-se por nós é passarem-nos um atestado de incompetência como pais antes mesmo de o sermos. Eu e o Dono estamos cá para garantir que não vai haver problemas.
É a nossa casa, a nossa família, a nossa filha, os nossos cães, as nossas regras, a nossa responsabilidade, a nossa vida. NINGUÉM TEM NADA A VER COM ISSO!
Quando é que as pessoas vão perceber de uma vez por todas que a Emma e o Sushi fazem parte da NOSSA família, que cá em casa agora somos 5, que só porque vem uma bebé a caminho é impensável livrarmo-nos deles? Quando?
Se a preocupação é com a segurança da bebé, eu sou a pessoa que mais se preocupa com isso - estou numa cama há cinco meses para garantir que ela nasça, hello? não é porque me apetece. Portanto, preocuparem-se por nós é passarem-nos um atestado de incompetência como pais antes mesmo de o sermos. Eu e o Dono estamos cá para garantir que não vai haver problemas.
É a nossa casa, a nossa família, a nossa filha, os nossos cães, as nossas regras, a nossa responsabilidade, a nossa vida. NINGUÉM TEM NADA A VER COM ISSO!
21/01/11
Sapateado
Desde que pusemos soalho flutuante, as unhacas dos cães fazem muito mais barulho. Se eles estiverem no hall, ouve-se nas escadas do prédio através da nossa porta da rua. Mas posso desde já atestar que valeu a pena comprar um soalho mais caro e mais grosso, porque eles prticamente participam nas olímpiadas (ele é corrida em obstáculos, ele é luta livre, ele é mratonas de uma ponta à outra da casa, ele é salto em altura, ele é galope e trote, enfim...) e nem um risco.
Voltando ao assunto que me leva a escrever este post.
Agora que os pontapés da Danoninha se fazem sentir (e ver!) do lado de fora, dou por mim a pensar que tenho direito a 3 mestres de sapateado cá em casa, muitas vezes ao mesmo tempo. Ela porque se espreguiça, eles porque de facto parece mesmo que andam a fazer sapateado pela csa fora. E até há quem tenha posto a alcunha de "bailarina" à Emma (a minha vizinha). Ora, será que algum dia a Danoninha irá, literalmente, seguir estes passos e ser a bailarina que eu sempre quis ser? hehehe
Voltando ao assunto que me leva a escrever este post.
Agora que os pontapés da Danoninha se fazem sentir (e ver!) do lado de fora, dou por mim a pensar que tenho direito a 3 mestres de sapateado cá em casa, muitas vezes ao mesmo tempo. Ela porque se espreguiça, eles porque de facto parece mesmo que andam a fazer sapateado pela csa fora. E até há quem tenha posto a alcunha de "bailarina" à Emma (a minha vizinha). Ora, será que algum dia a Danoninha irá, literalmente, seguir estes passos e ser a bailarina que eu sempre quis ser? hehehe
19/01/11
Choro
Estou prestes a tecer novamente considerações e comparações entre animais e bebés que podem chocar os mais sensíveis, portanto se é o caso recomendo que parem de ler agora. Depois não digam que não avisei.
No sábado à noite não conseguia adormecer porque a Emma não parava de chorar do outro lado da porta do quarto. Tive de ligar para o Dono, que estava a trabalhar na garagem, para que ele viesse para cima e a levasse à rua para ver se ela se calava (a outra solução seria abrir a porta do quarto e deixá-la subir para a nossa cama, mas o Dono escolheu a porta nº1).
No domingo acordei com a Emma a chorar à nossa porta. Agora era porque queria comer. Lá teve o Dono que se levantar para satisfazer as necessidades alimentícias da menina.
Nesse mesmo dia mas umas horas mais tarde a Emma andava outra vez aqui pela casa num desassossego que só visto e dessa vez eu já não tinha ideias do que poderia estar na origem daquela choraminguice toda. E dei por mim a pensar: bolas, isto é como os bebés! Estão sempre a chorar e ou é fome ou é fralda suja/ir à rua ou é manha. A diferença é que não vai ser o Dono a ir fazer o necessário para calar a miúda, mas sim eu...
No sábado à noite não conseguia adormecer porque a Emma não parava de chorar do outro lado da porta do quarto. Tive de ligar para o Dono, que estava a trabalhar na garagem, para que ele viesse para cima e a levasse à rua para ver se ela se calava (a outra solução seria abrir a porta do quarto e deixá-la subir para a nossa cama, mas o Dono escolheu a porta nº1).
No domingo acordei com a Emma a chorar à nossa porta. Agora era porque queria comer. Lá teve o Dono que se levantar para satisfazer as necessidades alimentícias da menina.
Nesse mesmo dia mas umas horas mais tarde a Emma andava outra vez aqui pela casa num desassossego que só visto e dessa vez eu já não tinha ideias do que poderia estar na origem daquela choraminguice toda. E dei por mim a pensar: bolas, isto é como os bebés! Estão sempre a chorar e ou é fome ou é fralda suja/ir à rua ou é manha. A diferença é que não vai ser o Dono a ir fazer o necessário para calar a miúda, mas sim eu...
18/01/11
Prova do crime
Sabem como se apanha uma pessoa doente/acamada em flagrante?
Reparem na fotografia. Está desfocada, bem sei, mas mesmo assim dá pra ver todos os indícios: a almofada de cunha, a garrafa de água, os telefones na mesa de cabeceira, o pacote de lenços, os cremes e medicamentos... e os guarda-costas. Não são tão fofos os meus cães?
Frase do dia
O Dono, com voz de "tia":
- Ó Emma, faça-me lá o favor de sair daqui, vá. Muito bem, você é uma querida.
- Ó Emma, faça-me lá o favor de sair daqui, vá. Muito bem, você é uma querida.
15/01/11
13/01/11
12/01/11
Excepcionalmente...
Não acontece muitas vezes, mas ele também tem direito. O Dono esteve doente. Eu também estive, mas felizmente não cheguei a ter febre como ele. E para que tal não chegasse a acontecer o Dono teve de ir de quarentena para casa dos pais.
O que levantou um problema: quem trata dos cães?
Normalmente se ele não pode posso eu, mas eu agora não posso mesmo. Aliás, posso dizer-vos que só de lhes dar comida (o que implicou sair da cama, encher as taças e pousá-las no chão) fiquei pior das minhas dores de barriga, sinal de que não posso mesmo abusar e tenho de ficar o mais possível quietinha na cama.
Como os meus sogros moram mesmo aqui perto, o que acabou por acontecer foi que quando acabavam o passeio do cão deles, a minha sogra e a minha cunhada vinham passear os nossos. Primeiro a Emma, depois o Sushi, porque os dois juntos é obra. E mesmo assim iam sempre as duas juntas porque tinham receio de só uma não dar conta do recado.
Ora, não quero parecer mal agradecida, porque de facto estou-lhes mesmo muito agradecida por terem feito o jeitinho de levarem os cães à rua, mas quando era eu quem os passeava não fazia tanto drama com a coisa. Tudo com aquelas duas é um filme: pôr o peitoral é um filme, o peso da trela é outro filme, os cães fazerem ou não o nº2 e quantas vezes em cada passeio também é um filme, e por aí em diante. O que eu me ri! Já para não falar que nesses dias os cães tiveram direito a menos um passeio, mas também não quis abusar da boa vontade alheia, né?
Enfim, tudo se resolveu, não veio daí mal ao mundo e agora o Dono está de volta. Mas foi das coisas que mais me custou desde que estou nesta cama: não poder cuidar deles. Cheguei à conclusão que lido melhor com o facto de EU estar dependente dos outros para me trazerem a comida à cama ou lavarem a roupa, do que precisar que outras pessoas façam aquilo que, como Dona, é da minha exclusiva obrigação, na ausência do Dono. Até porque acho sempre que nunca aninguém vai cuidar tão bem deles como nós. Serei eu uma "Dona galinha" por pensar assim?
O que levantou um problema: quem trata dos cães?
Normalmente se ele não pode posso eu, mas eu agora não posso mesmo. Aliás, posso dizer-vos que só de lhes dar comida (o que implicou sair da cama, encher as taças e pousá-las no chão) fiquei pior das minhas dores de barriga, sinal de que não posso mesmo abusar e tenho de ficar o mais possível quietinha na cama.
Como os meus sogros moram mesmo aqui perto, o que acabou por acontecer foi que quando acabavam o passeio do cão deles, a minha sogra e a minha cunhada vinham passear os nossos. Primeiro a Emma, depois o Sushi, porque os dois juntos é obra. E mesmo assim iam sempre as duas juntas porque tinham receio de só uma não dar conta do recado.
Ora, não quero parecer mal agradecida, porque de facto estou-lhes mesmo muito agradecida por terem feito o jeitinho de levarem os cães à rua, mas quando era eu quem os passeava não fazia tanto drama com a coisa. Tudo com aquelas duas é um filme: pôr o peitoral é um filme, o peso da trela é outro filme, os cães fazerem ou não o nº2 e quantas vezes em cada passeio também é um filme, e por aí em diante. O que eu me ri! Já para não falar que nesses dias os cães tiveram direito a menos um passeio, mas também não quis abusar da boa vontade alheia, né?
Enfim, tudo se resolveu, não veio daí mal ao mundo e agora o Dono está de volta. Mas foi das coisas que mais me custou desde que estou nesta cama: não poder cuidar deles. Cheguei à conclusão que lido melhor com o facto de EU estar dependente dos outros para me trazerem a comida à cama ou lavarem a roupa, do que precisar que outras pessoas façam aquilo que, como Dona, é da minha exclusiva obrigação, na ausência do Dono. Até porque acho sempre que nunca aninguém vai cuidar tão bem deles como nós. Serei eu uma "Dona galinha" por pensar assim?
07/01/11
Brincadeiras entre espécies
Vi este vídeo no programa da Ellen DeGeneres (não tenho mesmo nada para fazer, é verdade) e a história que ela contou foi que este veado não tinha mãe e foi criado por um casal até poder ir para a floresta, mas desde então volta sempre para brincar com o cão do casal. Se é verdade ou não, não sei, mas o vídeo é irresistível!
06/01/11
De comer e chorar por mais
O Sushi voltou agora do vet, não precisou de levar mais nenhuma injecção porque conseguiu segurar a pouca água que bebeu durante o dia de hoje e aparentemente o tal osso sairá sozinho, se é que não saiu com a diarreia que ele teve ontem às 3 da madrugada. E já teve ordem para comer, ainda por cima uma comida toda PTO, umas latinhas de comida húmida para animais em convalescença. O Dono diz que cheiram tão bem que até dá vontade de nós comermos também, eu cá como estou muito sensível aos cheiros acho melhor não tirar a prova dos 9 e manter-me longe do suposto pitéu.
Apesar de ter passado o dia super murcho - não ir à porta cumprimentar quem chega, não ir à janela refilar com os cães que passam, esse género de coisas - agora está mais animado e até ver parece que a comida vai lá ficar toda dentro. O pior já passou, portanto.
Uma coisa a reter no meio deste susto todo: a Emma não o chateou, não o desafiou para brincar, e até passeou devagarinho na rua para acompanhar o ritmo alentejano do mano doentinho. E ainda dizem que os animais não percebem as coisas? Deixem-me rir.
Apesar de ter passado o dia super murcho - não ir à porta cumprimentar quem chega, não ir à janela refilar com os cães que passam, esse género de coisas - agora está mais animado e até ver parece que a comida vai lá ficar toda dentro. O pior já passou, portanto.
Uma coisa a reter no meio deste susto todo: a Emma não o chateou, não o desafiou para brincar, e até passeou devagarinho na rua para acompanhar o ritmo alentejano do mano doentinho. E ainda dizem que os animais não percebem as coisas? Deixem-me rir.
Follow up
Um raio-x, uma injecção e 137 euros depois... o Sushi está comigo em casa, a dormir, sem poder comer nem beber e não voltou a vomitar. Ainda não havia sinais de desidratação, portanto não foi preciso pô-lo a soro e o raio-x acusou de facto um corpo estranho (um osso pontiagudo - mega uiii!) mas que aparentemente o corpo conseguirá expulsar de forma natural, if you know what i mean. Hoje o Dono vai levá-lo novamente ao hospital para lhe darem um antibiótico que curará qualquer rasgão que possa ter resultado da passagem desse osso pelo aparelho digestivo. A injecção de ontem á noite (ou hoje de madrugada, conforme o ponto de vista) serviu para acalmar o estômago e como não nos deixam dar-lhe água nem comida é óbvio que ele não tem nada para vomitar portanto não vomita. De manhã pudemos dar-lhe duas colheres de sopa de água, agora também, só à tarde depois da consulta de follow-up é que saberemos se pode voltar a comer e a beber normalmente. Tadinho do meu cão...
Ontem quando o Dono voltou para casa, visivelmente aliviado - ele que tão raramente mostra sinais de preocupação - eu só lhe dizia: gosto tanto do nosso cão, gosto tanto do nosso cão.
Ontem quando o Dono voltou para casa, visivelmente aliviado - ele que tão raramente mostra sinais de preocupação - eu só lhe dizia: gosto tanto do nosso cão, gosto tanto do nosso cão.
Um daqueles recordes que não interessa nada quebrar
O Sushi vomitou 10 vezes hoje.
À hora de almoço tinha vomitado tudo o que comeu de manhã. Como mais uma vez aqui a gravidona acamada que não passa de uma inútil não pode fazer nada e estando o Dono no trabalho, lá veio a brigada de limpeza (a minha sogra) tratar do assunto. Não é a primeira vez que ele vomita por causa das ervas que tem a mania de comer quando vai à rua, por isso a coisa ficou por aí.
Mas hoje excepcionalmente saí de casa. Fomos a uma aula do curso de preparação para o parto. Iupii-kay-yei a primeira vez que saí de casa este ano. Sò que quando voltámos, o Sushi tinha vomitado outra vez. E antes que o Dono tivesse acabado de limpar tudo, lá estava ele outra vez... e outra vez... e outra vez... Vimo-lo tão murchinho (e quem não estaria depois de esvaziar o estômago?) e pensámos que era por se sentir culpado e com medo que refilássemos com ele, ele tem um pânico enorme se lhe falamos de forma mais ríspida, até impressiona ver um cão do tamanho dele todo encolhido e submisso. Mas até nem era o caso, nós estávamos a dar-lhe mimo para o arribar um bocado. Mas nada. E quando vimos que nem a água ele conseguia segurar no estômago... foi altura de o levar para o hospital.
Passa agora um pouco das 2 da manhã e eu estou em casa com a Emma, de coração nas mãos, à espera que o Dono me ligue e me diga que ele está apenas desidratado e precisa de soro. Porque se ele me liga a dar notícias más acho que me tenho um ataque cardíaco e isso não vinha nada a calhar visto que sou uma incubadora ambulante (não tão ambulante assim porque estou na cama há 4 meses). Podem até achar um exagero eu estar tão preocupada "só" por causa de uns "meros" vómitos, mas a culpa deve ser das hormonas, sei lá. Ou da intuição ou algo assim.
Cá em casa não se reza mas se o fizéssemos hoje era certinho. É que este nosso cão é mesmo mesmo mesmo muito importante para nós e já passou por tanto e é um cão tão bom e tudo e tudo. Opá, ele não pode adoecer, vai ter de viver para sempre, não me interessa o que as leis da natureza dizem.
À hora de almoço tinha vomitado tudo o que comeu de manhã. Como mais uma vez aqui a gravidona acamada que não passa de uma inútil não pode fazer nada e estando o Dono no trabalho, lá veio a brigada de limpeza (a minha sogra) tratar do assunto. Não é a primeira vez que ele vomita por causa das ervas que tem a mania de comer quando vai à rua, por isso a coisa ficou por aí.
Mas hoje excepcionalmente saí de casa. Fomos a uma aula do curso de preparação para o parto. Iupii-kay-yei a primeira vez que saí de casa este ano. Sò que quando voltámos, o Sushi tinha vomitado outra vez. E antes que o Dono tivesse acabado de limpar tudo, lá estava ele outra vez... e outra vez... e outra vez... Vimo-lo tão murchinho (e quem não estaria depois de esvaziar o estômago?) e pensámos que era por se sentir culpado e com medo que refilássemos com ele, ele tem um pânico enorme se lhe falamos de forma mais ríspida, até impressiona ver um cão do tamanho dele todo encolhido e submisso. Mas até nem era o caso, nós estávamos a dar-lhe mimo para o arribar um bocado. Mas nada. E quando vimos que nem a água ele conseguia segurar no estômago... foi altura de o levar para o hospital.
Passa agora um pouco das 2 da manhã e eu estou em casa com a Emma, de coração nas mãos, à espera que o Dono me ligue e me diga que ele está apenas desidratado e precisa de soro. Porque se ele me liga a dar notícias más acho que me tenho um ataque cardíaco e isso não vinha nada a calhar visto que sou uma incubadora ambulante (não tão ambulante assim porque estou na cama há 4 meses). Podem até achar um exagero eu estar tão preocupada "só" por causa de uns "meros" vómitos, mas a culpa deve ser das hormonas, sei lá. Ou da intuição ou algo assim.
Cá em casa não se reza mas se o fizéssemos hoje era certinho. É que este nosso cão é mesmo mesmo mesmo muito importante para nós e já passou por tanto e é um cão tão bom e tudo e tudo. Opá, ele não pode adoecer, vai ter de viver para sempre, não me interessa o que as leis da natureza dizem.
31/12/10
Feliz 2011!
Neste ano que agora vai começar vamos passar a ser 5. Vamos viver novas experiencais (vou mudar a 1ª fralda em toda a minha vida) e conhecer uma nova forma de amar (e de ganhar rugas e cabelos brancos). Para nós, vai ser um ano em grande. Espero que para todos vocês - pelas mais variadas razões - o seja também.
Um feliz 2011 são os votos da Dona+Danoninha e do Dono. Auf auf auf whiskas saquetas, são os votos da Emma e do Sushi!
PS - Se ainda não pensaram nas vossas resoluções de ano novo, que tal fazerem algum tipo de voluntariado? Pelos animais, pelas crianças, pelo meio ambiente... Há tantas coisas que podemos fazer. Eu cá, já que há tantas coisas que não posso fazer, estou numa de tricotar botinhas de lã para os bebés prematuros internados nessas UCIN dos hospitais pelo país fora. Mas quando sair desta cama ui ui ninguém me pára!
Um feliz 2011 são os votos da Dona+Danoninha e do Dono. Auf auf auf whiskas saquetas, são os votos da Emma e do Sushi!
PS - Se ainda não pensaram nas vossas resoluções de ano novo, que tal fazerem algum tipo de voluntariado? Pelos animais, pelas crianças, pelo meio ambiente... Há tantas coisas que podemos fazer. Eu cá, já que há tantas coisas que não posso fazer, estou numa de tricotar botinhas de lã para os bebés prematuros internados nessas UCIN dos hospitais pelo país fora. Mas quando sair desta cama ui ui ninguém me pára!
29/12/10
Amor de mãe, amor de dona, amor de irmão - amor é amor!
Não percebo as pessoas que se livram dos animais quando têm um filho. Lá porque vou ser mãe, não vou deixar de ser eu. De ter os mesmos princípios, de sentir as mesmas emoções. Portanto, nunca vou deixar de gostar e de me preocupar e de querer fazer felizes os meus cães.
Hoje quando o Dono voltou do passeio só trazia o Sushi com ele. A trela da Emma tinha-se soltado e ela andava pelo bairro fora a comer toda a comida de gato que conseguiu encontrar, sem nunca responder ao chamamento do Dono, que não teve outra escolha senão vir deixar o Sushi a casa e ir atrás dela com outra trela. O meu coraçao estava pequenino, o Sushi não parava de chorar, e o Dono, com a calma que o caracteriza, mandou-me de volta para a cama e pegou nas chaves do carro e foi por-se às voltas. Acham mesmo que eu ia ficar de braços cruzados enquanto a minha menina andava por aí? Claro que chamei logo reforços (a vizinha, a sogra, o FBI e o MI5) e pus-me à janela a chamá-la, enfim, tentei ajudar da forma que podia.
Nem mesmo quando a vi passar a correr pelo estacionamento com o ar desvairado de quem está a aproveitar ao máximo para fazer disparates e a ignorar-me completamente (sim, ela ouviu-me chamá-la, olhou para mim, sabia perfeitamente voltar para casa e esteve-se nas tintas) consegui ficar chateada. Só pensava que podia ser atropelada ou que a comida dos gatos podia ter veneno, sei lá. Enquanto não a vi entrar em casa não descansei. E o mesmo se pode dizer do Sushi, que esteve numa inquietação, a chorar, inconsolável, o tempo todo. Ai o que vai ser do meu cão (e de mim) um dia que a Emma vá conhecer o arco-íris?
Hoje quando o Dono voltou do passeio só trazia o Sushi com ele. A trela da Emma tinha-se soltado e ela andava pelo bairro fora a comer toda a comida de gato que conseguiu encontrar, sem nunca responder ao chamamento do Dono, que não teve outra escolha senão vir deixar o Sushi a casa e ir atrás dela com outra trela. O meu coraçao estava pequenino, o Sushi não parava de chorar, e o Dono, com a calma que o caracteriza, mandou-me de volta para a cama e pegou nas chaves do carro e foi por-se às voltas. Acham mesmo que eu ia ficar de braços cruzados enquanto a minha menina andava por aí? Claro que chamei logo reforços (a vizinha, a sogra, o FBI e o MI5) e pus-me à janela a chamá-la, enfim, tentei ajudar da forma que podia.
Nem mesmo quando a vi passar a correr pelo estacionamento com o ar desvairado de quem está a aproveitar ao máximo para fazer disparates e a ignorar-me completamente (sim, ela ouviu-me chamá-la, olhou para mim, sabia perfeitamente voltar para casa e esteve-se nas tintas) consegui ficar chateada. Só pensava que podia ser atropelada ou que a comida dos gatos podia ter veneno, sei lá. Enquanto não a vi entrar em casa não descansei. E o mesmo se pode dizer do Sushi, que esteve numa inquietação, a chorar, inconsolável, o tempo todo. Ai o que vai ser do meu cão (e de mim) um dia que a Emma vá conhecer o arco-íris?
23/12/10
Só porque é Natal...
...e o passeio foi mais curto por causa da chuva, ora toma lá um "presente" na cozinha! Gostaste? Foi tão bom para ti como foi para mim?
Não, Emma, não foi. Não achei piada nenhuma acordar com este pivete e ter de me levantar para ir limpar.
Não, Emma, não foi. Não achei piada nenhuma acordar com este pivete e ter de me levantar para ir limpar.
22/12/10
Querido Pai Natal...
Ou melhor, caros senhores da Friskies, que tal fazerem uma nova bola dentífrica à prova das mandíbulas do meu cão? É que a última ja está no ecoponto...
21/12/10
11/12/10
Multiusos
Práticos e racionais (ou simplesmente forretas) como somos, eu eo Dono adoramos coisas evolutivas e multiusos. A cadeira de papa que também é espreguiçadeira, a estante que também é fraldário, etc etc etc.
Hoje na aula do curso de preparação para o parto (sim, eu hoje saí de casa!!!!) a enfermeira falou-nos na possibilidade de as águas se romperem durante o trajecto para a maternidade e que por isso devemos proteger o banco do carro. O Dono/Papá não foi de modas: disse-me logo que me leva no porta-bagagens que está forado com uma capa impermeável por causa dos cães. Eu não digo que esta nossa filha já vai nascer a saber ladrar? hehehe
Hoje na aula do curso de preparação para o parto (sim, eu hoje saí de casa!!!!) a enfermeira falou-nos na possibilidade de as águas se romperem durante o trajecto para a maternidade e que por isso devemos proteger o banco do carro. O Dono/Papá não foi de modas: disse-me logo que me leva no porta-bagagens que está forado com uma capa impermeável por causa dos cães. Eu não digo que esta nossa filha já vai nascer a saber ladrar? hehehe
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