13/01/10

Os gatos da minha vida

Na semana passada fui ver o Joy. Está o mesmo gordo preguiçoso de sempre! Fui dar com ele a dormir na cadeira da minha ex-colega, não quer saber da cama que lhe dei para nada, e ela cede-lhe a cadeira mais confortável e senta-se noutra, vejam só...
Ainda veio para o meu colo, aninhou-se como dantes e continuou a sua soneca, eu dei-lhe muitos beijinhos e falei com ele. Gostei de o ver.
Desde que me vim embora e ainda por cima mudou a administração andava com medo que os novos chefões não achassem muita piada a ter um gato por ali e proibissem os funcionários de continuar a alimentá-lo para ver se ele iria embora. Não foi o que aconteceu, felizmente, e talvez seja um sinal de que algumas coisas estão mesmo a mudar, sobretudo se cada vez mais pessoas de chefia se assumirem como "animal lovers". A minha ex-colega contou-me que no outro dia chegou atrasada e alguém já tinha posto comida ao Joy - alguém esse que ela veio a saber mais tarde que era o "big boss". Muito fixe!
No entanto, a outra face da moeda de se ser um gato protegido por uma empresa mas não ter realmente um dono é que quando ele aparece com uma pelada por causa de uma luta ou fica com conjuntivite, subitamente já não há ninguém que possa levá-lo ao vet e tratar dele.
Enfim... eu acho que ele é feliz, isso é o que conta.

Quanto ao Bart, uiii esse está nas suas sete quintas, de certeza. Acho que o Dono que lhe escolhemos não podia ser melhor. De vez em quando vejo as fotos que ele põe no FB e é só Bart, Bart, Bart. Como agora está com a pelagem de Inverno, obviamente ainda está mais bonito. Se é que isso é possível. Aquele gato é um quebra-corações, só vos digo!